sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Boyfriend (12º capítulo)

(AVISO: gente, desculpa a demora pra postar, antes eu entrava no blog todo dia pra escrever, mas perdi a vontade porque sei lá, as vezes parece que ninguém lê, enfim, tô escrevendo os capítulos, e SEMPRE que vocês tiverem esperando por mais de 4 dias que chegar em 5 comentários, me avisem no twitter que é @cihmenta desculpa mesmo, eu entro todo dia na internet, então n tem desculpa, rs... enfim, qualquer coisa to sempre no twitter thks)
          Acordei com Caroline gritando meu nome de madrugada, abri os olhos devagar pois ainda estava com sono, e ela interrompeu um ótimo sonho.
          — Acorda preguiçoso — ela me deu um tapa na cara.
          Quase nem senti o tapa pois estava casado demais, tive uma apresentação ontem e só voltei meia-noite, e Carol ficou em casa pensando sobre o que eu tinha dito pra ela antes de ir para a apresentação.
          Ela estava jogando vídeo-game com a Caitlin, e eu fui falar com elas, avisando que ia voltar tarde aquele dia. E então antes de sair, eu dei um selinho em Carol e sussurrei no ouvido dela enquanto a abraçava que eu a amava, e que esse amor ia além de amizade. Ela ficou parada ali, olhando para mim. Quando cheguei da apresentação, fui até o quarto dela, pois a mãe dela tinha achado melhor ela ficar uns dias em casa, por causa que estava todo mundo lá, e então ela estava acordada.
          "Aquilo que você disse hoje... sobre... me amar... era sério?", ela perguntou enquanto via eu entrando no quarto.
          Assenti enquanto ela ficava de pé e ia até a porta. Pensei que ela ia me falar que sentia o mesmo, ou coisa assim, mas ela apenas me abraçou e sussurrou "sinto muito". Mordi os lábios, e me segurei para não sair dali, pois ela estava me abraçando e isso é o máximo que podia fazer.
          — Ai, vagabunda — gritei esfregando minha bochecha.
          — Tá, vai comprar meu presente de aniversário — ela me puxou. — Falta só uma semana, e eu revirei seu quarto procurando alguma coisa, e não achei nada.
          Nem parece que ontem ela estava preocupada com meus sentimentos por ela.
          — Seu presente não tá no meu quarto, agora me deixa dormir — empurrei ela de perto de mim, e puxei o cobertor pra cima de minha cabeça.
          — Onde tá? — ela perguntou puxando de novo o cobertor.
          — Ah garota, me deixa! — puxei o cobertor de volta. — Odeio quando você me acorda.
          Ela puxou a coberta de volta, e ficou me olhando, e depois se abaixou até seu rosto ficar bem perto do meu. Depois sorriu e fez biquinho.
          — Me mostra meu presente? — trocamos olhares e por pouco eu não disse sim.
          Fiz que não com a cabeça e a empurrei, a pior coisa que fiz na minha vida foi ter falado que eu estava realmente gostando dela, agora ela fica me provocando.
          Carol se levantou e chegou perto de novo, eu enfiei a cara no travesseiro, e puxei a coberta de novo, mas ela ficava me cutucando e eu estava ficando sem ar. Levantei um pouco a cabeça pra pegar ar e pude ver ela sorrindo.
          — O que você quer? — perguntei me virando e esfregando os olhos, sabia que ela não sairia dali se não tivesse o que queria.
          — Meu presente — ela se sentou sorrindo.
          Revirei os olhos e bufei me sentando também.
          — Seu presente é encomendado, ainda não chegou — fiquei olhando enquanto os olhos dela brilhavam. Ataquei meu travesseiro nela. — Que interesseira!
          — Não sou não, só sou curiosa — ela disse atacando o travesseiro de volta mas eu o agarrei.
          Ela se deitou apoiando a cabeça no meu colo, e eu comecei a acariciar seu cabelo. Carol gostava disso, eu sei, porque ela não parava de sorrir enquanto eu o fazia. Eu me deitei também, ainda com sono, e ela se levantou para deitar ao meu lado.
          — Eu te amo, sabia? — ela disse mexendo no meu cabelo.
          Dei uma risada nervosa.
          Ela não está falando sério. Ela não pode estar falando sério. Ela só quer saber o que eu comprei para ela. Só isso. Mais nada. Ela não te ama, Justin. Não desse jeito.
          — Não ama — me ouvi dizendo.
          Ela aproximou o corpo do meu, e sorriu sussurrando alguma coisa em português que eu não entendi muito bem, dei de ombros e fechei os olhos dormindo de novo. Acordei de manhã e eu estava abraçado com Carol, sorri e fiquei olhando-a dormir. Ouvi um grito que parecia o de Natalie, e então Carol acordou também.
          — O que foi isso? — ela perguntou esfregando os olhos.
          — Eu não sei, deve ter sido a Natalie — eu disse me levantando. Fui até meu closet e peguei uma calça jeans, enfiando-a pra não descer só de cueca e desci correndo atrás de Caroline.
          Quando chegamos ali embaixo Chris estava mordendo Natalie que estava esfregando uma marca de mordida no braço.
          — Para Christian! — ela disse empurrando ele.
          — Quanto amor — Carol sussurrou.
          — Ah, oi Carol, oi Justin — Chris disse saindo de cima de Natalie e esfregando o braço com inocência.
          Sussurrei um "oi", suspirei e fui até a escada para voltar ao meu quarto e dormir, mas Caroline agarrou meu braço e começou a me puxar para perto da porta.
          — Me mostra o meu presente.
          — Não, e você tá de pijama — eu disse me soltando dela e indo até a escada de novo.
          Subi rápido para ela não vir atrás de mim, me embrulhei na coberta e ela chegou por trás, se sentando ao meu lado e sussurrando alguma coisa para ela mesma.
          — Caramba Caroline! Me deixa — eu gritei.
          Ela fez biquinho e se jogou na minha frente, ela olhou em meus olhos e curvou a boca, fazendo com que eu imaginasse como seria beija-la, mas não com aqueles beijos de encenação que faziamos desde o luau, mas um beijo de verdade. Fechei os olhos tentando me livrar desse pensamento, mas isso só deixou o desejo mais forte, abri os olhos atordoado e a olhei sorrindo.
          — Ei, que tal acordar? — ela disse.
          — Certas pessoas já me acordaram — sussurrei de volta, e me levantei indo para o banheiro.
          Ela murmurrou alguma coisa em português, era a nova mania dela. Grunhi enquanto a água gelada invadia meu rosto, sorri olhando de canto de olho para Carol que estava brincando com os dedos dos pés. Olhei para meu reflexo no espelho, e estava com olheiras, bufei indo de volta para o quarto. Me joguei na cama.
          — Vamos pro shopping? — Carol disse deixando os dedos de lado e me olhando fixamente.
          — Tá, tudo bem — esfreguei os olhos com força.
          Levantei da cama e fui pro banheiro, tranquei a porta e comecei a tirar a cueca para tomar banho, fiquei mais ou menos meia hora apenas com a água caindo em meus ombros e fazendo meu cabelo tampar meus olhos, depois comecei a tomar banho.
          Saí do banheiro com uma toalha enrolando a toalha em minha cintura, Carol estava com uma sandália de salto nude, uma saia florida de rendas, e uma blusa regata branca deitada na minha cama balançando os pés no ar.
          — Você demora demais no banho — ela disse sorrindo e se levantando. — Se troca rápido, vou estar lá embaixo, e eu arrumei sua roupa — ela apontou para minha cama.
          Ali estava uma camisa preta de corte em "V", e uma bermuda jeans e um supra de cano médio roxo. Coloquei a roupa e desci correndo, Carol estava em frente a escada, e então a peguei no colo mordendo de leve seu braço.
          Caitlin que estava conversando com ela riu, e me lançou um olhar de advertência, coloquei Carol no chão, e ela me olhava com aqueles grandes olhos castanhos-escuros, ela sorriu e me deu um tapa de leve no braço. Fingi que doeu.
          — Nem foi forte — ela disse rindo.
          — A onde vocês vão? — Caitlin perguntou esticando o braço, e o pousando em meu ombro.
          — Pro shopping — olhei para ela sorrindo.
          Carol me olhava com o mesmo olhar em que me olhou na noite passada.
          Saí dos braços de Caitlin assim que elas começaram a falar sobre maquiagem e coisas assim, mas senti que era apenas uma desculpa para me tirar de perto delas. Fui para cozinha e Li estava limpando o fogão.
          — Boa tarde, Justin — ela disse me fitando com os grandes olhos azuis.
          Sorri, indo para perto dela, bocejei e disse com uma voz sonolenta:
          — Porque as duas ficam de segredinhos toda hora?
          Li riu radiante, seus longos cabelos loiros cairam por seu ombro e ela pôs a mão em meu ombro, como se fosse me dar um conselho comprido.
          — Nunca tente entender as mulheres — ela disse e se virou indo até a pia e lavando as mãos. — Elas devem estar falando sobre garotos, sutiãs, calcinhas, ou coisas de meninas.
          Revirei os olhos, Li também estava participando da gracinha delas, ela não era tão velha assim, teria no máximo 32 anos, as mulheres dessa idade sabiam que os assuntos das meninas não eram apenas as coisas básicas da vida.
          — Ah, tá, sei — eu disse irônico.
          Carol apareceu pendurada na porta, com um sorriso largo, e seus cabelos escuros e ondulados caidos, tampando seu rosto, até ela se virar e me olhar.
          — Vamos? A Cait vai com a gente — ela disse indo até mim.
          — Tô com fome — eu disse bocejando.
          — A gente come alguma coisa lá, eu também estou com fome — ela disse dando tapinhas em minha barriga.
          Dei de ombros e fomos para o carro, Caroline ligou na rádio o mais alto que pode. Abaixei um pouco olhando-a com reprovação, mas não consegui esconder o riso.
          Ela, eu, nós estávamos agindo como se o que aconteceu na noite anterior tivesse sido apenas um sonho, e parecia mesmo. Quem dera fosse um sonho.
          Fiquei escutando as meninas conversando em códigos, e chegamos ao Beverly Center.
          Estavamos na praça de alimentação, e pedimos pizza no California Pizza Kitchen, apenas eu e Carol comemos, porque Caitlin tinha comido com os meninos a comida de Li. Depois que comemos fomos para a Henri Bendel, e as meninas sairam com quatro sacolas, e adivinha pra quem sobrou levar as sacolas?
          — Justin virou capacho — disse uma garota que passou do meu lado e sorriu.
          Sorri de volta ironicamente.
          Eu já estava com no mínimo nove sacolas no braço, cada uma de lojas diferentes. Estávamos saindo da loja Traffic quando eu já não estava mais aguentando as sacolas marcando meu braço.
          — Dá pra vocês me ajudarem? Ou vão ficar apenas gastando, e me deixar com todo o peso das sacolas? — reclamei.
          — A gente já vai embora, só quero comprar mais uma coisa — Caroline disse sorrindo.
          Revirei os olhos, e nos mergulhamos na multidão de pessoas de novo, fomos até a loja da Lacoste, onde Carol comprou um tênis de cano médio preto e cinza. Saimos de lá e fomos para o carro, joguei as sacolas no banco de trás.
          — Tô cansada — Cait disse rindo.
          — Dorme — Carol fez cara de séria. — Só não ronque igual o Bieber.
          Olhei para ela com cara feia, e ela riu.
          — Eu ainda estou aqui — eu disse alternando o olhar entre elas.
          — Vou dormir então — Cait se deitou no banco, apoiando a cabeça nas sacolas.
          Carol sorriu.
          — Admita que você ronca Drew — ela sussurrou.
          Dei de ombros e liguei o carro saindo do shopping, olhei para trás hesitante, mas Caitlin havia realmente dormido, quer dizer, suas pálpebras não estavam tremendo, e ela não sabia fingir muito bem.
          Sorri um pouco alegre, mesmo Caitlin já sabendo de tudo o que eu queria falar.
          — Justin cuidado! — Carol disse virando o volante. — Quer matar a gente? Idiota. Faça isso quando estiver sozinho — ela disse e em seguida murmurou: — ou não.
          Olhei para o lado, e um carro estava estacionado, e nós iriamos bater nele se Carol não tivesse virado o volante.
          — Desculpa — eu disse assumindo o volante de novo, hesitante.
          — Tudo bem — ela disse rindo. — Só tenta não perder o controle de novo, bobão.
          — O.k. senhora Eu mando no Justin Bieber — eu disse rindo.
          Carol riu e abaixou a cabeça, lendo uma mensagem. Balancei a cabeça e voltei a prestar atenção no caminho.
          — Justin...
          — Que foi? — perguntei tentando não parecer grosso.
          — Não, não foi... nada.
          — Carol... O que houve? — eu encostei o carro, ainda curioso com o que tinha acontecido com ela.
          — É só que... O que aconteceu com a gente? Tipo... Éramos como melhores amigos, e então...
          — Ainda somos melhores amigos, Carol — eu disse tentando acalma-la.
          — Mas é diferente, você gosta de mim e... — ela hesitou por alguns minutos, e então com um longo suspiro continuou falando: — E você disse isso pra mim. Isso é completamente insano.
          — Eu não gosto de você — eu disse rindo.
          — Não? Mas você...
          — É, eu... — baguncei meu cabelo rindo. — Eu amo você.
          — Isso não melhora as coisas, idiota.
          Carol me bateu com a bolsa dela rindo. Eu também ri.
          — Você sabia que é um idiota completo, né Bieber?
          — Eu sei, e é por eu ser um completo idiota que eu tenho as melhores fãs do mundo — eu disse com um sorriso metido.
          Carol deu de ombros e respondeu a mensagem que tinha lido antes, fiquei tentando ler, mas ela tinha virado o celular. Bufei e ela riu, desviando a atenção do celular para mim, e me mostando a língua.
          — Bastante xereta você, não? — ela perguntou.
          — Só quero saber com quem você estava conversando — disse ligando o carro de novo. — Você sabe que sou ciumento.
          — Sei que você é um idiota — ela riu. — Brincadeira Bieber.
          — Ha-ha-ha.
          Ficamos em silêncio por um tempo, e então Caitlin acordou.
          Ela ficou cutucando a gente com suas grandes unhas, ri como um idiota e liguei o rádio, porque sabia que ela adorava dançar. E estava tocando Call Me Maybe, as duas começaram a dançar, e eu comecei a cantar, e só então me dei conta que estava com saudades da Carly Rae. A música acabou, e eu olhei para trás, Caitlin me lançou um olhar de "e então...?" e eu respondi com o melhor olhar que pude de "nada, até agora" e bufei, virando para frente.
          — Caroooooooooooooooooline, o que eu perdi? — Cait perguntou se apoiando no ombro dela.
          — O Justin quase bateu o carro, e só — ela respondeu bufando.
          — Quer matar a gente agora, é Biebas? — Caitlin perguntou rindo.
          — Quero, não aguento mais um dia de compras com vocês duas — eu respondi rindo, e depois mudei minha expressão. — Não, sério. Da próxima vez tragam o Chaz, ou o Ryan. Ou o Chris, sei lá. Mas isso estraga minha reputação.
          — Que reputação? — as duas perguntaram rindo.
          — Ha-ha-ha, como vocês estão engraçadas hoje ein? Meu Deus — elas continuaram rindo.
          Revirei os olhos enquanto elas conversavam, em códigos, porque sério, eu não entendia nada que elas falavam. Era meio que tipo "ventilador que não funciona, carro parado, luz acesa", e depois eu que era o idiota, mas em algum minuto — graças a Deus — elas pararam, e começaram a mandar mensagem de texto entre si, isso me preocupava um pouco.
          Quase perguntei a elas sobre o que elas estavam falando, mas meu orgulho venceu. Coloquei o meu CD Believe, e aumentei o volume no máximo. As duas reviraram os olhos, e riram, depois voltaram a mandar mensagens, uns caras com máquinas do outro lado da estrada estavam gravando enquanto eu passava. Eles deveriam estar pensando "o que o idiota do Justin está fazendo ouvindo seu próprio CD?" eu ri com a ideia de que isso fosse cair na internet e minhas fãs iam fazer aqueles tweets tipo "mais idiota que isso? impossível" e então no dia seguinte, eu começo a dançar macarena só de cueca e elas falam "quando você acha que não pode ficar pior", ri de novo, elas não iriam falar isso, e sim "OMB, JERRY!". É, minhas fãs são as melhores, além das mais engraçadas.
          — No que está pensando, Bieber? — Cait perguntou.
          — "Oh, eu sou o Justin Bieber, o adolescente mais gostoso, meninas, venham me amar. Quem quer o Jerry? Eu amo a Carol, a Carol é linda. Minhas fãs são demais, e eu sou top da balada", é nisso que ele está pensando — Carol disse rindo.
          — Ha-ha-ha — disse revirando os olhos.
          Finalmente chegamos em casa, e estacionei o carro e as duas foram correndo para a parte de trás de casa, e começaram a pular na cama-elástica. Dei risada delas que pareciam duas crianças, a boa parte foi que depois as duas pegaram tiraram as roupas e pularam na piscina. Calma! Elas estavam de biquínis.
          Meu celular começou a tocar, e eu o peguei para ver o que ou quem era: Chaz.
          — Cadê vocês? — ele perguntou assim que eu atendi.
          — Justin, entra — Carol disse rindo, e então Caitlin jogou água nela puxando-a para baixo, fazendo-me rir.
          — Em casa, na piscina — eu disse sem tirar os olhos das meninas.
          — Ah — ele suspirou. — A gente tá indo pra aí, não saiam da piscina.
          — Tá bom — eu disse rindo e revirando os olhos.
          Chaz desligou na minha cara. Dei de ombros e joguei o celular na mesa, tirando a camiseta e a calça e pulando na piscina.
          Carol e Caitlin ainda brincavam de afogar uma a outra. Até que eu cheguei perto delas, puxando as duas pela cintura até a superfície da água.
          — Que horas são? — Caitlin perguntou.
          — Quase cinco — eu disse e ela gritou, saindo correndo da piscina.
          Eu e Carol começamos a rir. E Carol subiu nas minhas costas, segurei as pernas dela com força e mergulhei, ela ficou se debatendo e eu rindo, até ela conseguir escapar de meus braços ficando frente a frente comigo. Dei risada dela, ela parecia brava.
          Submergi, ainda rindo, mas ela colocou as mãos nos meus ombros me fazendo mergulhar de novo.

aye, vish... o que vai acontecer? e.e bom, espero que estejam gostando, posso pedir pra vocês divulgarem a IB porque sério... eu to sem vontade de escrever, sério mesmo... se tiver mais comentários, mais FL no meu blog, sempre dá mais vontade porque vc sabe que alguém gosta do que você faz... então se puderem... por mim... :c obrigada.

sábado, 18 de agosto de 2012

Boyfriend (11º capitulo)

          Já estava na segunda semana desde que voltamos de Bahamas, e estávamos fingindo namorar e estava sendo uma total loucura! É beijo pra cá, agarração pra lá. Eu sentando no colo de Justin, e fingindo estar confortável com isso (e eu estaria, se não soubesse que era tudo fingimento).
          A parte em que eu mais gostava nisso tudo é que eu estava saindo mais com Justin, estávamos indo mais ao cinema, ao shopping, quando não tinha nada pra fazer ele me ensinava a andar de skate, íamos quase sempre tomar sorvete e caminhar, à praia, todos esses lugares sozinhos. Tipo, sem ninguém para cobrar beijos, e nem nada. Porque longe de tudo aquilo éramos apenas amigos. E isso que ainda somos.
          — Essa história de estarmos namorando é a maior loucura — eu disse apoiando meus cotovelos na areia, ao lado de Justin.
          — Eu sei, mas você não pode negar que é engraçado.
          — Verdade — eu disse rindo.
          Escutamos algumas risadas e olhamos para trás, estava todo mundo ali, e não podíamos fazer nada, haviam algumas fãs do lado, e já tínhamos notado alguns flashes de paparazzis.
          — Puta que pariu, isso virou perseguição — eu disse me levantando.
          Justin também se levantou e pegou as coisas, passamos pelo povo que ficou nos olhando, e então paramos para conversar com eles, para não ficar muito suspeito.
          — Oi — eu disse.
          — Ei — Jessica disse se pendurando no meu ombro. — Onde vocês vão?
          — Pra casa, tomar banho. E depois eu e Carol vamos andar de skate — Justin disse pegando em minha mão e me puxando. — Vem, vamos.
          Dei de ombros e cedi, indo com ele em direção em casa. Chegamos lá e eu fui correndo para o meu quarto — no qual eu e Justin concordamos em deixar minhas coisas caso alguma coisa (que estva sendo frequente) que eu não quisesse contar para minha mãe acontecesse — e tomei banho.
          Me vesti praticamente toda de preto, coloquei uma meia-calça fina, um shorts jeans de cintura alta, uma blusa de manga cumprida e coturno, deixei meu cabelo solto, e então fui para o quarto de Justin, que estava só de cueca vermelha procurando por alguma coisa para vestir.
          — Hm, bundinha sexy — eu disse rindo e indo até ele.
          Ele se virou pra mim, e enrugou a testa. Depois deu um sorrisinho metido e disse:
          — Obrigado — ele agarrou uma calça jeans e começou a vesti-la. — Você vai andar de skate de coturno?
          — Não, quem disse que a gente vai andar de skate? — perguntei me jogando na cama bagunçada dele.
          — Vamos fazer o que então? — ele perguntou pegando uma camiseta vermelha.
          — Vamos pra calçada da fama — eu disse sorrindo. — Ei, me empresta aquela sua jaqueta que você usou no clipe de One Time?
          Ele assentiu, e então foi pegar a jaqueta, jogando-a para mim. Peguei a jaqueta no ar e a vesti, eu achava ela perfeita, apesar de ficar um pouquinho grande em mim. Sorri pra ele, e apontei pro supra preto dele, e então ele pegou uma corrente com uma cruz de prata e colocou.
          — Swag — eu disse sorrindo. — Você ficou bonitinho assim.
          — Eu fico bonitinho sempre.
          — Que convencido, e não fica não — me levantei de cama e fui até ele bagunçando o cabelo dele, que ele tinha acabado de arrumar. — Aprenda uma coisa: cabelo bagunçado é sexy.
          Ele sorriu e se sentou na cama pra colocar o tênis, me sentei do lado dele enquanto observava ele sorrir colocando o tênis.
          — Seu nome está lá? — perguntei sorrindo.
          — Lá a onde? — disse ele respondendo com uma pergunta idiota, como sempre.
          — Na calçada da fama, duh! — revirei os olhos.
          — Ah, não. Infelizmente — ele disse sorrindo. — Mas queria estar.
          — Todo mundo quer estar na calçada da fama, idiotão — eu me levantei e fui até a porta com Justin me seguindo.
          — Ah, tem gente que nem pensa nisso — ele fechou a porta por trás de si (e deveria mesmo, o quarto dele estava uma bagunça).
          Estávamos quase saindo pela porta de entrada, quando Ryan e Chaz entram gritando.
          — A onde vamos? — Chaz perguntou sorrindo.
          — Para a calçada da fama — respondi.
          — Ah, podemos ir junto? — Ryan gritou em quanto ia para a cozinha.
          — Sim — respondi tímida.
          — Não — Justin disse na mesma hora que eu, e revirou os olhos. — Tá, podem ir.
          — Tá, a gente vai ir lá chamar as meninas e já voltamos, não vão antes da gente chegar, ein? — Chaz sorriu, e foi puxar o Ryan, os dois saíram e eu me joguei no sofá.
          — Ficou louca? — Justin disse me dando um tapa leve na cabeça.
          — Ai! Não, não fiquei louca. Depois que essa história de estarmos namorando começou nós nunca mais saímos com eles... — eu me expliquei sorrindo. — Sinto saudades de quando a gente era tipo, muito unido e coisa e tal.
          — Ah... Mas e aí? — ele se jogou no meu lado no sofá. — Eles vão cobrar carinhos e mimos, e com certeza lá vai ter paparazzis, então... O que a gente faz?
          — Nada, sei lá, fala pra eles que eu não quero que saibam que a gente tá namorando, ou sei lá. Acho que eles vão entender.
          — É o que espero.
          — Eu também.
          Ficamos esperando por quinze minutos e eles não apareceram, e então escrevemos um bilhete e fomos sozinhos para lá. Ficamos andando por lá até o fim da tarde (porque eu fiquei cegada pela quantidade enorme de flashes que vinham em nossa direção).
          — Odeio paparazzis — eu sussurrei baixinho no ouvido do Justin, escondida atrás dele.
          Justin riu. Sério, ele riu.
          — Você tem que se acostumar, sorria e acene — ele disse ainda rindo.
          — Por acaso você é um dos pinguins de Madagascar? — eu também ri.
          — Não, você é?
          — Sou. Nhac!
          — Meu Deus, você é muito idiota.
          — Sou menos que você — eu disse mordendo o ombro dele e saindo correndo.
          Ele saiu correndo atrás de mim, e atrapalhou duas mulheres que estavam tentando ver se era mesmo Justin Bieber, os paparazzis não correram atrás de nós só tiraram algumas fotos enquanto corríamos, mas Justin é mais rápido que eu e me alcançou em pouco tempo, pegando pela cintura e mordendo meu braço.
          — Para de me morder! Eu só te mordi uma vez — reclamei enquanto ele não parava.
          — Tá. Vamos voltar pra casa, tudo bem? — ele disse me pegando no colo e me levando até onde tínhamos deixado o carro, mas não prestei muita atenção, porque fiquei olhando para o rosto dele.
          Quando chegamos em casa, até minha mãe estava ali comendo pizza com todo mundo, falei "oi" para todo mundo e depois fui para a sala de cinema me jogando no sofá. Justin chegou alguns minutos depois com dois pedaços de pizza na mão.
          — Valeu — eu disse pegando um dos pedaços da mão dele.
          — De nada — ele disse se sentando ao meu lado.
          Eu e ele ficamos deitados um do lado do outro e colocamos num canal de filmes, e assistimos a Irmão Urso. É impossível não amar esse filme, estava quase no meio do filme quando Justin colocou a cabeça na minha coxa e ficou ali deitado, assistindo revirei os olhos e continuei a assistir. Quando o filme acabou Justin estava roncando, e minhas pálpebras estavam começando a pesar. Me encostei no quadril dele e também comecei a dormir. OBS: a bunda dele, é macia.
          Acordei no dia seguinte com Justin falando "bom dia" e acariciando meu cabelo, ouvimos um barulho vindo da cozinha e fomos ver o que era, uma mulher loira magra estava fazendo waffles, e uma jarra suco de laranja no final estava posto na mesa. A mulher se virou e disse um "oi" tímido, reparei que Justin ficou olhando para os seios dela, porque eram grandes. Cutuquei-o com o ombro e revirei os olhos para ele.
          — O que é? — ele sussurrou. — Oi, quem é você? E cadê o povo?
          — Desculpa, ele é mal-educado mesmo... — eu disse sorrindo.
          — Tudo bem — a mulher sorriu, mostrando dentes levemente tortos. — Eu sou a Lilian, mas por favor, me chame de Li. Os garotos e sua mãe saíram faz algumas horas, não queriam incomodar vocês.
          — Eles nunca querem... — Justin disse, indo até a mesa e colocando suco de laranja num copo.
          — Ah, mas até eu tenho que admitir que vocês estavam lindinhos dormindo — Li colocou dois waffles em cada um dos pratos a mesa, e colocou a cobertura, me sentei ao lado de Justin, e comi um pouco, nunca tinha comido waffles na vida, e era bom.
          — Que delicia — Justin disse.
          — Que bom que gostaram — Li sorriu, limpando as mãos no avental e o tirando.
          Olhamos enquanto ela lavava a mão e depois subia para arrumar os quartos. Nos entreolhamos e demos de ombro continuando a comer, depois que terminamos fui tomar banho, e me surpreendi com o meu quarto arrumado: as coisas estavam todas arrumadas, inclusive minha cama. Entrei no banheiro e as toalhas não estavam todas emboladas como normalmente a deixo. Tenho que agradecer a Li depois, Justin me falou que ele odiava ter empregadas, mas que era necessário mas ele não achava nenhuma.
          Peguei um shorts curto, e uma camiseta escrito "love me or die" joguei a roupa na cama e fui para o banho. Quando saí Justin estava sentado na minha cama mexendo no meu celular. Dei um grito.
          — Não precisa gritar — ele disse revirando os olhos. — Sua senha é minha data de nascimento, me ama demais.
          — E daí? A sua senha também é meu aniversário, mas você tirou a senha — sorri, e peguei a minha roupa, entrando no banheiro de novo.
          — Mexe muito no meu celular, me ama — Justin falou baixinho.
          — Amo nada, nem um pouquinho — eu gritei do banheiro enquanto colocava a roupa.
          Saí do banheiro e me dei de cara com o Justin fazendo biquinho e me olhando com uma cara de cachorrinho sem dono.
          — Nem um pouquinho? — ele perguntou e eu fiz que não com a cabeça. — Nossa, nem um pouquinho? Sério mesmo?
          — Nada, nem um pouquinho — menti e cheguei perto dele, apoiando a mão na cintura dele.
          — Ama sim, ama muito até — ele agarrou minha cintura e pulou de costas na cama. — Não ama?
          — Não — respondi me virando para sair de cima dele.
          — Mas eu te amo — ele disse sorrindo.
          — Prova então — dei risada.
          — Demorou, desce lá, vamos jogar vídeo-game, vou deixar você ganhar — ele também riu e nós descemos correndo.
          Lia estava varrendo a sala de cinema, e nós dois fizemos biquinho saindo de perto quando ela fez um gesto para sairmos da sala, me joguei no sofá e ele começou a fazer cócegas em mim.
          — Ah, para! Por que você sempre faz isso? — eu disse entre risadas.
          — Porque é legal — ele disse também rindo. — Só vou parar quando você admitir que me ama.
          — Mas eu não... te amo — fiquei dando socos no ar, tentando faze-lo parar — Para!
          Ele fez que não com a cabeça.
          — Argh! Tá bom, para. Eu te amo, Justin Drew Bieber, agora para de fazer cócegas em mim — assim que eu disse ele parou na hora. — Obrigada.
          — De nada — ele disse se inclinando e me dando um beijo na bochecha bem melado.
          Limpei a bochecha com a mão, o que o fez rir, e murmurei "eca" umas centenas de vezes. Li saiu da sala, e eu e ele fomos correndo para lá jogar vídeo-game, jogamos o que estava lá. Mortal Kombat.
          Eu ganhei, mas sabia que ele estava deixando eu ganhar porque ele mexia no controle apenas poucas vezes. Estava ficando com raiva.
          — Joga direito! — eu disse elevando a voz.
          — É minha prova de amor, meu orgulho por sua felicidade — ele disse com um sorriso.
          — Não, é meu orgulho, porque se eu ganho porque você deixa, ai você se acha superior falando que eu não sou melhor que você no vídeo-game, o que ambos sabemos que não é verdade.
          — Mas eu sou melhor que você — ele disse pegado o controle da minha mão e se deitando.
          Fui tentar pegar dele, mas meu corpo se caiu sobre o dele, e ficamos com a cara a apenas alguns centímetros de distância. Fiquei olhando nos olhos dele, e sorri. E então meu corpo começou a formigar, me acordando de um transe e me levantei.

Justin.

          — Joga direito! — Carol gritou.
          — É minha prova de amor, meu orgulho por sua felicidade — eu disse sorrindo.
          — Não, é meu orgulho, porque se eu ganho porque você deixa, ai você se acha superior falando que eu não sou melhor que você no vídeo-game, o que ambos sabemos que não é verdade.
         — Mas eu sou melhor que você — eu disse pegando o controle da mão dela e me jogando no sofá.
          Ela tentou pegar o controle de mim, mas então o corpo dela caiu sobre o meu e ficamos cara-a-cara com apenas alguns centímetros de distância. Sorri, enquanto ela olhava nos meus olhos, aquela sensação era boa. E então ela se levantou, acabando com todo o formigamento que tinha envolvido meu corpo inteiro.

          Mordi os lábios olhando enquanto ela saia de perto de mim, e então comecei a pensar se eu estava gostando dela, ou se isso era apenas sintomas dos nossos personagens de que estamos namorando. Não, Justin você não pode se apaixonar por ela. Qual é cara, ela é sua melhor amiga, se acontecer alguma coisa, a amizade acaba e fim, você vai se arrepender para sempre, minha mente gritava, e eu realmente concordava. Estávamos nos fingindo de namorados a dez dias, e isso não tinha atrapalhado em nada até agora.
          — Carol, Justin, a Caitlin e o Chaz estão aqui e parecem um pouco... ahn... chateados, Caitlin quer falar com o Justin — Li disse, colocado a cara sobre uma fresta na porta.
          — Tá, valeu Li — eu disse sorrindo.
          Chaz entrou na sala, e se sentou do lado de Carol, e então os dois começaram a conversar. Entrei no quarto em que Caitlin estava, e ela estava chorando com um travesseiro na cara. Corri até ela, e me sentei ao seu lado.
          — Ei, Cait, o que houve? — perguntei, puxando o travesseiro de leve.
          — O Chaz... Ele... Ele... — ela sorriu entre lágrimas. — Ele me pediu em namoro, e tal, e eu não respondi, eu sei, sou uma idiota.
          — Não, não é — peguei na mão dela. — Você tem que pensar, essas respostas não aparecem do nada, como acontece em filme. Você tem que pensar antes de aceitar, ao menos que você realmente ame a pessoa.
          — Mas... eu amo ele — ela mergulhou a cabeça em meu peito e eu a abracei.
          — Então por que não aceitou? — disse puxando um pouquinho o corpo dela de perto do meu.
          — Porque eu não sei se ele me ama.
          — Então você está com medo que ele não te ame — revirei os olhos sorrindo. — Cait, relaxa, Chaz já é apaixonado por você faz um tempo.
          — Tem certeza? — ela sorriu apertando minha mão.
          Assenti, o que a fez exibir lindos dentes brancos, enquanto ela secava as lágrimas com as costas da mão.
          — Mas e você e a Carol? Sei que vocês dois se amam, mas não estão namorando — ela sorriu. — Não sou tão burra assim, Justin.
          — Eu sei que não é — ri de mim mesmo. — Acho que realmente gosto dela, mas não...
          — Não sabe se ela sente o mesmo, eu sei — ela sorriu e mexeu nos cabelos compridos. — Acho que ela sente sim, só não admite.
          Eu ri, Carol, gostando de mim, como namorado. Até parecia uma piada. E então por um momento senti como se ela fosse a garota para quem eu escrevi Boyfriend.
          — O que foi? O que se passa na sua cabecinha, garoto apaixonado pela melhor amiga?
          — Caroline...
          — Normal, isso é normal — ela sorriu. — Pede ela em namoro.
          — Não sei, Cait — me joguei na cama com os braços estendidos.
          — Só... Tenta, ela gosta de você, eu sei disso, é impossível não gostar de você — Caitlin disse sorrindo, depois me deu um beijo na bochecha e saiu correndo para a porta. Segui ela, e ela estava abraçada com Chaz beijando-o.
          Sorri, e entrei na sala de cinema, Carol estava deitada no sofá com os olhos fechados. Pulei em cima dela. E ela gritou.
          — Idiota! Você é insuportável e retardado — ela gritou, me dando soquinhos no braço.
          — Também te amo — eu sorri.
          — Quem disse que eu te amo? — ela perguntou cruzando os braços.
          — Eu — tirei uma mexa de cabelo que estava grudada em seu rosto. — Precisa de mais alguém falando?
          — Sim, de mim. O sentimento é meu — ela sorriu.
          Alguém limpou a garganta atrás de mim e eu me virei para ver quem era. Caitlin e Chaz estavam de mãos dadas, e sorrindo.
          — Oi, a gente vai sair, se vocês quiserem ir com a gente...
          Assentimos, e então fomos com eles, estávamos a pé, eu e Chaz compramos sorvetes para as meninas e para nós e então continuamos a andar pela praia. Eu e Carol mais perto do mar, e Chaz e Cait mais longe. Carol passou o dedo no sorvete passou no meu nariz, e saiu correndo. Saí correndo atrás dela.
          Consegui alcançar ela e a peguei no colo, já que meu sorvete tinha caído no chão no meio do caminho. Sorri pra ela, e deixei nossos rostos bem próximos um do outro.
          — Nunca. Mais. Faça. Isso — eu disse pausadamente. — Infância se foi a muito tempo.
          Ela colocou o sorvete na minha testa e sorrindo disse:
          — Tá bom unicórnio — ela se inclinou e me deu um beijo na bochecha.
          Revirei os olhos, e levei-a de volta pra casa no colo, depois que Chaz e Cait falaram para  nós voltarmos para casa. E tive que ouvi-la reclamando que tem pernas.
          — E aí, Justin como é ser um unicórnio? — ela perguntou assim que chegamos em casa.
          — Talvez um dia você possa me dizer como é — sorri colocando-a no chão.
          Ela entrou no quarto dela e pegou o MacBook, e depois entrou no twitter, fiquei olhando por sobre o ombro dela. Havia algumas garotas pedindo pra ela falar algumas coisas pra mim, outras perguntando como é ser a minha melhor amiga, e ela respondia. E depois se virava e mandava o recado para mim. Uma menina perguntou se eu e ela estávamos namorando, e ela respondeu "hahahaha, não. que sonho!" só não entendi em qual sentido ela quis dizer que era um sonho.
          — Justin, sério, você namoraria comigo? — ela perguntou se virando para trás e se apoiando em uma das mãos.
          — Se eu gostasse de você desse jeito, sim. E você, namoraria comigo? — disse sorrindo.
          Ela não respondeu e se virou, postando alguma coisa no twitter em português, e fechando o computador, depois ela se deitou com a cabeça no meu colo.
          — Você não respondeu minha pergunta — comecei a acariciar o cabelo dela.
          — Ah... não sei — ela sorriu.
          Obrigado Carol, ajudou muito, pensei tentando sorrir, não quero que ela pense que eu estou  decepcionado ou algo assim.
          Me deitei ainda acariciando o cabelo dela, e depois de ficar um bom tempo pensando no que Cait havia dito, sobre ela também gostar de mim, dormi, com ela. Mas já me acostumei com isso.

olá coisinhas deliciosas. como vão vocês?  haha, então o que estão achando da IB? comentem, pfvr ok?  posto o resto com no minimo 8 comentários, haha n vou abusar s2 amo vocês negões.