segunda-feira, 28 de maio de 2012

Boyfiend (Sétimo capitulo)

           Entramos em um estúdio, e depois Justin me conduziu até o camarim que eu e ele ficaríamos, no camarim havia uma mesa cheia de garrafas d'água, um sofá de veludo azul, uma penteadeira enorme e várias araras cheias de roupas. 
           — Por que quiseram que eu viesse? Quer dizer... Desde quando a mídia se interessa por mim? — perguntei sinceramente me jogando no sofá ao lado do Justin que bebia água.
           Ele riu, e eu também. Mas quando ele quase jorrou água na minha cara parei de rir e dei um tapa nele.
           — Desde quando eu... Ahn... Desde quando eu falei de você em uma em uma entrevista em Nova York — Justin disse dando um sorrisinho culpado.
           Peguei uma almofada atrás de mim e joguei nele, de brincadeira. E ele riu, e logo Ellen colocou a cara por entre o vão da porta.
           — Justin, que saudades! Não te vejo desde o dia do seu aniversário — ela disse abraçando-o.
           — Também estava com saudades, Ellen — ele retribuiu o abraço.
           Ellen olhou para mim por sobre o ombro de Justin e sorriu, soltando-se do abraço e dirigindo-se à mim disse:
           — E você deve ser a garota do skate, ou Carol, pelo o que ouvi falar — ela chegou perto e eu me levantei para cumprimenta-la. — Prazer em conhece-la.
           — Prazer em te conhecer também, Ellen — fiquei feliz por minha voz não sair baixa demais.
        Um cara todo vestido de preto entrou no quarto e disse para ela que só faltavam 5 minutos, ela entrou no set, fez a abertura e depois nos apresentou.
       Eu e Justin entramos no set, e nos sentamos na única poltrona — quer dizer, eu me sentei na poltrona, Justin por sua vez se sentou no braço da mesma — que lá havia. Alguns gritos das meninas, como sempre e alguns olhares mortíferos. Sorri, esperando que alguém mais fizesse o mesmo, e então Justin olhou pra mim, quando olhei pra ele, e ele fez um sinal para que eu respirasse fundo. Eu o fiz, e me senti melhor.
           Ellen se arrumou na cadeira, e sorrindo disse:
           — Bem, essa é a misteriosa garota do skate Beliebers, o nome dela é Carol e ela tem 16, quase 17 anos — ela disse rápido, eu sorri. Como ela sabia tanto sobre mim? — E então a pergunta que não quer calar: vocês dois estão namorando?
         Quase me engasguei com minha própria saliva, e mesmo a pergunta tendo sido direcionada a mim, Justin deu uma risada fofa — ou melhor, muito, muito, muito fofa.
          — Não, não estamos namorando — trocamos olhares e então ele continuou: — Somos só amigos, por enquanto.
           Por enquanto?, me segurei para não rir. O que ele estava pensando? Qual é... Eu e Justin? Só podia ser brincadeira. Mordi os lábios para não rir, e quase não consegui, pude sentir um sorriso risonho se formando em meu rosto.
           — Por enquanto? — Ellen disse com uma risada. — Ah, então quer dizer que rola um clima entre vocês dois? Acho que sim, pois as fotos com os skate...
           — O que E., não posso mais ensinar minhas fãs a andar de skate? — ele disse rindo. — Acho que todas sabem que se eu pudesse ensinaria a todas.
           Eu sorri ao escutar os "awns" da platéia, isso tinha sido realmente fofo. E então se virando completamente pra mim Ellen disse:
           — Deixando Justin pra lá, o que você acha? Você e Justin, não rola nada?
           Senti minhas bochechas corando, olhei para Justin, e ele sorriu. Enchi meu pulmão de ar e depois o soltei rápida e suavemente, o que o transformou em um suspiro.
           — Acho que entre eu e o Justin só vejo amizade, ele é bobo demais — eu disse empurrando-o um pouco, o que o fez se desequilibrar um pouco, mas logo estava ao meu lado bagunçando meu cabelo. — Viu?
           A plateia, assim como Ellen riram, e depois ficamos lá respondendo mais algumas perguntas. Quando nossa hora acabou me levantei, e falei tchau a Ellen, que foi interrompido quando Justin me jogou por cima dos ombros e saiu correndo comigo. Pelo menos dessa vez eu sabia que ele não ia me jogar na piscina. Bati algumas vezes em suas costas, e quando percebi estávamos indo para o estacionamento, e alguns flashes de paparazzis nos atingiram, dei risada, já podia ver a matéria "garota do skate (Carol) e Justin são vistos novamente, será que não rola nada mesmo?", seria o título típico de uma matéria na Capricho, uma revista brasileira.
           — Quem diabos te deu permissão pra me chamar de bobo? — Justin disse quase rindo, mas segurando a risada e me colocando no chão.
           — E desde quando preciso de permissão para falar a verdade?
           Ele sorriu e assentiu, eu fiz um sinal negativo com a cabeça e entrei no carro. Ele deu a volta e fez o mesmo.
           — Idiota.
           — Bobona.
           — Obrigada — eu disse e sorri enquanto Justin revirava os olhos.
        Saímos dali e paramos no Spago Beverly Hills, saímos tão rápido de casa que tínhamos esquecido de almoçar, e eu estava com fome.
           — O que quer senhor, Bieber? — o garçom disse.
           Acho que ele já estava acostumado com a presença de celebridades, pois qualquer outro garçom teria ficado chocado, ou algo do tipo. Justin pediu o que ele queria e eu também, ficamos em silêncio mexendo em nossos celulares, resolvi entrar no twitter e vi que Justin tinha falado de mim, meus followers aumentaram, e eu mal podia ver as menções.
       Justin deu uma risadinha quando olhou pra mim de relance, acho que eu estava com os olhos arregalados ou algo assim.
           "Chocante o poder que você tem @justinbieber. Ah.. você nunca vai ver esse tweet mesmo...", tweetei, e depois de alguns segundos Justin tweetou de volta: "nunca diga nunca. @seutwitter", eu dei risada e ele também.
           — Suas fãs devem estar me xingando — eu joguei o celular na mesa. — Sei o quanto elas são ciumentas.
           Ele sorriu e assentiu, nossos pratos chegaram, e conversávamos enquanto comíamos. Saímos de lá e fomos pra casa, quando chegamos em casa estava tocando I am sexy and I know it bastante alto, entramos em casa e estavam todos dançando, menos Ivy e Trace que estavam sentadas no sofá conversando e de braços cruzados. Natalie e Jessica estavam lá também, dançando com Chaz e Ryan, sorri ao ver aquilo. Justin entrou no meio da dança pegando na cintura de Jessica, e então eles se beijaram, revirei os olhos e me sentei ao lado de Ivy e Trace.
           — Por que estão aqui, perdendo a diversão? — eu disse sorrindo em tom provocador.
           — Porque não há diversão para nós — as duas disseram juntas.
         — É, Chaz terminou comigo, e Ryan com ela por causa daquelas duas ali — Ivy disse apontando para Jessica, e Natalie. — E parece que a Jessica está roubando o seu namorado também.
           Olhei para trás e fingi ciúmes, depois dei uma risadinha, virando-me de novo para elas.
           — Deixa a J. ter seus 15 minutos — eu disse e sorri, levantando-me e indo para perto de Justin.
         — Até que enfim veio dançar — ele disse me puxando para mais perto de Chaz. — Chaz estava perguntando até quando você iria ficar com elas.
        — Eu nada — Chaz disse com um sorriso lindo. — Ao menos que agora meu nome seja Justin Bieber, e eu tenha milhões de fãs pelo mundo.
           Justin mexeu no cabelo, um pouco envergonhado e começamos a dançar, quando deu onze horas todos subimos e tomamos banho, depois nos reunimos num quarto cheio de almofadas pelo chão, e uma parede coberta de livros... Imaginei que seria a biblioteca. Nos sentamos em uma roda e ficamos conversando, Ivy e Trace tinham ido dormir.
           — Vamos jogar verdade ou desafio? — Jessica disse enrolando uma mexa de cabelo nos dedos.
           Todos assentiram, e então pegamos uma flor artificial que tinha em um vaso perto da porta e a rodamos.
           Chaz para Jessica.
           — Verdade — ela disse entusiasmada.
           — É virgem? — ele perguntou dando uma risada maliciosa.
           — Totalmente — ela sorriu, e Natalie riu.
           Giramos de novo. Justin para mim. Fodeu.
           — Verdade ou desafio? — ele perguntou.
           — Verdade — não quero nem pensar que o que ele vai me perguntar.
           Ele fez uma cara de pensativo demorando demais, Jessica e Natalie gritaram: "anda logo!" e ele disse algo tão rápido que não pude entender. Todos fizemos "hã?" e então ele repetiu a pergunta.
           — Com quem você ficaria daqui? — ele fez um gesto indicando Chaz, Ryan, Chris e ele mesmo.
           — Chris e Chaz — eu disse dando um sorriso para os dois.
           — Toma Justin, ela não ama você, só a gente — Chaz disse.
           Justin abaixou a cabeça e fez biquinho, eu estiquei meu braço e baguncei o cabelo dele.
           — Mas eu também te amo, bobão — eu disse e ele levantou a cara com um sorriso. Mas era muito idiota mesmo.
           Continuamos o jogo, com vários desafios idiotas. E então pronto, caiu eu perguntar ao Justin.
           — Verdade ou desafio? — perguntei maliciosamente.
           — Desafio.
          Droga, eu tinha a pergunta perfeita. Torci os lábios e estralei os dedos, dei um sorrisinho para as meninas e disse:
           — Duvido você ficar só de cuecas até o fim do jogo — eu disse e ele riu.
           — Não era você que reclamava quando eu andava só de cueca pela casa? — ele perguntou e eu dei de ombros.
           — É para as meninas, não para mim.
           Eu disse isso e Natalie e Jessica deram um gritinho, e Caitlin riu. Ficamos olhando-o enquanto tirava a calça, e eu evitava olhar para as "partes baixas" dele.
           — Você me paga — ele disse me fuzilando com os olhos e se sentando.
           Ficamos mais meia-hora jogando, com Justin reclamando que já estávamos jogando a bastante tempo, nos levantamos e fomos para nossos quartos. De noite acordei e fui para o quarto de Justin, abri a porta e vi Jessica deitada em cima dele beijando-a, e ele a apertando contra o corpo dela.
           — Motel... — eu disse batendo na porta.
           Jessica mordeu os lábios e saiu correndo parando na porta e dizendo boa noite, elas iam dormir lá naquela noite.
           — Por que você tem sempre que atrapalhar? — Justin disse se sentando na cama.
           — Porque não gosto de você e ela juntos. Fim. Fica com a Caitlin, não reclamo dela — eu disse sorrindo. — Eu prometo.
           Ele balançou a cabeça em negativo e bateu no espaço da cama ao lado dele, gesticulando para eu me sentar ao seu lado.
           — Eu e Caitlin já namoramos — ele disse quando eu me sentei. — Amei ela durante todo o tempo, mas depois de um tempo... Desde que nos separamos, e ela foi vista com mais um milhão de garotos, deixei de me importar. Sei que quem ama corre atrás, mas às vezes correr atrás cansa.
           Eu assenti, e refleti sobre o que ele disse. Ele estava certo, mas resolvi mudar de assunto mesmo pensando no que ele acabara de dizer.
           — Ei, eu estava pensando... Que tal a gente fazer um luau no fim de semana, e acampar numa praia?
           Ele hesitou um pouco mas depois sorriu e disse:
           — Gostei de ideia — ele disse erguendo os braços e se jogando na cama.
         Eu assenti, e fui em direção a porta mas parei quando o escutei cantarolando Eyes open da Taylor Swift e eu sorri. Nunca tinha o ouvido cantar, não pessoalmente.
           — Nunca te escutei cantando — eu disse voltando ao lado dele.
           Ele sorriu, e deu de ombros.
           — Você nunca pediu — ele parou e me olhou. — Vou cantar uma música pra você.
           Eu assenti e esperei, ele fez uma cara pensativa e depois estava cantando a nova música dele, acho que Boyfriend. Ele cantava bem, eu sorri. Sempre pensei que ele usava muita edição na voz dele, mas não. A voz dele é bonita, tanto falando quanto cantando. E ele cantando com uma voz rouca forçada era engraçado e um pouco sedutor. Dei risada quando ele parou.
           — Podia ser famoso — eu disse rindo, ele me olhou e me empurrou da cama. — Ei! — eu disse pegando o travesseiro ao seu lado e jogando nele.
           Ele jogou o travesseiro de volta, e eu joguei de volta, até que paramos de jogar travesseiros e eu me joguei ao lado dele dando um tapa em sua perna.
           — Ai, vadia! — ele reclamou.
           Dei risada, ele é o primeiro amigo que eu tive em toda a minha vida, e é exatamente o que eu pensei que fosse, tipo, mas nunca pensei que meu melhor amigo seria o Justin Bieber.
           — Vou fazer perguntas pra você, tá? — eu perguntei rindo.
           — Tá bom — ele disse e se sentou de novo. — Mais uma entrevista.

aaaaaaaaaaye, o que tão achando? hahaha, espero que gostem, bem eu vou postar o próximo capitulo quando der, porque agora eu tô BASTANTE ocupada, mas espero postar logo, valeu quem ta lendo, novos e antigos leitores vocês são tudo! haha, obrigada mesmo, e se puderem divulgar a IB s2.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Boyfriend (Sexto capitulo)


           — Quem você pensa que é garota? — eu disse ainda segurando riso, parti pra cima dela.
           Justin me segurou pela cintura.
           — Calma minha linda.
           — Calma? A garota se esfrega em você e quer que eu fique calma? 
           As garotas começaram a rir, e disseram em coro:
           — Vocês são ótimos atores mas não me convenceram.
          Eu fiquei com raiva delas, sério. Olhei para Justin, e vi que ele olhava para mim também, ainda segurando minha cintura, porque achava que eu ia partir pra cima delas.
           — Não? E isso convence? — eu disse puxando a gola da camisa que Justin estava usando e o beijando, ele não esperava por isso, mas se abaixou um pouco me pegando para que eu ficasse na altura dele, e me apertando forte contra seu corpo, paramos o beijo com selinhos, e quando paramos sussurrei no ouvido dele: — Não espere por mais desses. 
           Ele deu uma risadinha e mordeu os lábios, assim como eu. Tá, ele não foi o primeiro garoto que eu beijei, admito, quando ia nos shoppings, e os garotos pediam pra ficar comigo eu ficava, mas nunca tinha provado de um beijo tão bom como o dele. 
           As garotas nos olhavam chocadas, assim como os Beadles. Elas saíram de perto de nós e foram com os namorados, Justin se agachou e sussurrou no meu ouvido: 
           — O que foi isso?
           Me segurei para não tocar os lábios com as mãos, ainda podia sentir o formigamento da boca dele.
           — Não sei — eu disse me virando para perto dos Beadles, e só quando eu já não estava mais perto dele me permiti tocar nos lábios, mas ainda sentia o olhar do Justin sobre mim.
           — Vocês estão juntos? — Chris perguntou, e eu neguei com a cabeça.

Justin.

           — Quem você pensa que é garota? — Carol disse indo para cima de Trace.
           Eu a segurei pela cintura.
           — Calma minha linda — eu disse para não sair do personagem.
           — Calma? A garota se esfrega em você e quer que eu fique calma?
           As garotas começaram a rir, e disseram em coro:
           — Vocês são ótimos atores mas não me convenceram.
           Carol as fuzilou com os olhos, e eu continuava segurando a cintura dela, merda, ela poderia bater na garota a qualquer momento.
           — Não? E isso convence? — Carol disse e puxou a gola de minha camisa, e os lábios dela encontraram os meus, meu corpo foi puxado por uma onda de calor, e eu também a beijei, me abaixei ficando da altura dela, e a apertei forte contra meu corpo, soltei-a relutante parado o beijo com demorados selinhos e depois ela sussurrou no meu ouvido:  — Não espere por mais desses.
           Eu ri, e ela mordeu os lábios, eu também. Uau, o beijo dela não pode nem ser comparado com o beijo de Jessica. Minha boca e meu corpo ainda formigavam por causa do beijo dela.
           Ivy e Trace estavam nos olhando de boca aberta, e os Beadles também.
           — O que foi isso? — eu perguntei ainda arfante.
      Quase não consegui impedir o impulso de beija-la novamente, ou tocar meus lábios que ainda formigavam, sentindo o beijo dela.         
           — Não sei — ela disse e se virou indo em direção dos Beadles, fiquei olhando-a, e só então toquei meus lábios, e depois subi para o meu quarto com indiferença.
           Me joguei na minha cama e não consegui pensar em mais nada além daquele beijo, a sensação já estava desaparecendo, mas eu não queria que desaparecesse. Como um beijo pode mexer tanto assim comigo?, perguntei na minha mente.
           Fiquei o dia inteiro trancado no meu quarto só pensando no beijo, e então ouvi o barulho de uma buzina. Stark. Ele havia ido pegar Carol, abri a porta do meu quarto, e a vi saindo, ela estava linda, com um vestido curto branco, e uma sandália de salto, uma carteira de mão e o cabelo dela estava preso de lado, com alguns fios pulando para fora para dar um toque fofo.
           — Carol... — eu chamei, e ela se virou pra mim, ela deixou a maquiagem básica, escureceu bastante os olhos e fez com que a boca destacasse. — Você está linda.
           — Obrigada — ela disse sorrindo, ela se virou e se foi.
           Suspirei, como eu sou um idiota. Peguei meu carro, e depois que eles se foram fui atrás deles.

Caroline.

           — Nossa! — Stark exclamou quando entrei no carro. — Você está perfeita. 
           — Obrigada — eu disse com um sorriso tímido. — Você também está lindo.
           E ele estava. Ele usava um supra, com uma bermuda jeans e uma jaqueta preta que o deixava mais sexy ainda, por baixo da jaqueta, ele usava uma camiseta azul marinho. 
           Ele sorriu, e ligou o carro, fomos para o mesmo cinema em que fui assistir Jogos Vorazes com o Bieber. 
           Compramos os ingressos do filme American Pie, que ele disse ser muito engraçado, e nos sentamos um do lado do outro. Ele passou os braços pelo meu ombro e eu encostei a cabeça no ombro dele, e olhei para ele que estava sorrindo.
           O filme acabou e nenhum dos dois prestou atenção em nada, pois durante o filme ele ficava me beijando, e as vezes passava a mão por minhas coxas, e ia subindo meu vestido, e eu sempre tirava a mão dele. Um cara que estava sentado atrás da gente gritou: 
           — Existe motel pra isso — quando ele disse isso Stark se sentou na cadeira, e todos do cinema nos olharam, mas então felizmente o filme fez um barulho muito alto, e então todos voltaram a atenção pra ele.
           Suspirei de alívio e dei risada, encostando minha testa no ombro dele. Stark levantou minha cabeça com o polegar e me beijou de novo. Ah, e pra quem está se perguntando "quem beija melhor?" a resposta é Justin, com certeza! Eu não conseguia esquecer do beijo dele, não mesmo. 
           Saímos do cinema quando o filme acabou e ele me levou pra casa dele, entramos, ele já morava sozinho, assim como Justin. Ficamos conversando e depois ele começou a me beijar me pegando no colo e me levando até o quarto ele. 
           Ótimo, isso vai dar merda, pensei. E ele me deitou na cama dele começando a levantar meu vestido. Tentei impedir, mas ele já havia começado a descer minha calcinha, e continuava me beijando. Quando consegui me livrar de seus lábios eu gritei:
           — Stark! 
           — O que foi, gatinha? — ele disse e eu bufei.
           Ele não parou, continuava descendo minha calcinha, e começou a descer as calças dele.
           — Stark! — gritei de novo, tentando sair de perto dele. Mas as pernas dele me prendiam. 
           Ele começou a tocar meus seios, e depois foi dando beijinhos por meu pescoço, ele puxou meu vestido para baixo, e lambeu meus seios, não consegui dizer nada, os toques dele, estavam me fazendo pirar. Então a boca dele desceu para minhas partes íntimas, e não pude conter um gemido de prazer, e então alguém abriu a pota, acho que com um chute, pois o barulho foi muito alto.
           — Droga! — Stark disse.
           Ele se distraiu, e eu consegui sair de baixo dele, arrumando minha roupa e colocando minha calcinha.  Que ele não havia tirado completamente. 
            — Volta aqui — ele disse e foi até mim, mas eu fui correndo até as escadas onde vi Justin.
           Não sei de onde ele tinha aparecido, só sei que fiquei feliz ao vê-lo e me joguei em seus braços. Afundando meu rosto no ombro dele. 
           — Ele te machucou? — ele perguntou e eu assenti.
           Que saco! Era muita coisa pra dois dias. Eu fiquei abraçada a Justin, e depois Stark saiu do quarto ainda vestindo a calça.
           — Você é um estraga-prazeres, Justin! — ele gritou.
           — É? E você um idiota — Justin disse elevando a voz, mas não parando de acariciar meu cabelo.
           — Se você não tivesse aparecido ontem... — ele parou e recuou.
           — Então foi você, filho da puta? — Justin disse e avançou, mas eu o segurei.
           Stark riu, e depois me olhou. 
           — Não era para ela ter sido machucada, eu falei que era para os caras guardarem-a para mim, mas eles entenderam errado — Justin subiu um degrau me apertando contra o peito, e eu o apertei.
           — Justin, vamos embora — eu disse, quase chorando. — Por favor. 
           Ele suspirou alto, e olhou para Stark com raiva. Eu me soltei do abraço, e comecei a puxa-lo para baixo, e então saímos da casa de Stark.
           Entrei no carro ainda arfante. 
         — Como sabia onde eu estava? — eu perguntei, mordendo os lábios. — Obrigada, eu tô te devendo essa, e a de ontem também.
           — Eu segui vocês. Desculpe — ele disse e suspirou. — Não confio nesse cara, e não ia deixar você sair com ele sem o conhecer.
           Eu sorri, ele estava certo. Eu nem conhecia o garoto, chegamos em casa, e minha mãe estava jogando acho que Monopoly com os meninos e com Pattie.
           — Onde vocês estavam? — Minha mãe perguntou.
           — Eu...
           — A gente foi buscar umas amigas nossas, mas elas não estavam em casa — Justin disse e apertou meu ombro.
           Minha mãe me olhou com um sorriso no rosto. Justin disse e começou a subir as escadas e eu fui atrás dele, ele entrou no quarto e eu também.
           — Obrigada, acho que você é o melhor amigo do mundo — eu disse e ele sorriu. 
           — Eu sei, tomou os remédios já? 
           Eu tinha me esquecido, fui no meu quarto, peguei os remédios orais e tomei, depois levei pra ele os géis. 
           — Passa pra mim? 
           — Não tem mãos? — ele disse e deu risada.
           — Tenho, mas...
           — Me dá logo isso, deita aqui — ele disse e eu fiz o que ele mandou.
         Depois que ele passou o remédio, ficamos conversando, eu joguei um travesseiro nele, e ele começou a fazer cócegas em mim.
           Eu me debatia e ria feito uma criança. 
           — Para! — eu gritei e ele deitou em cima de mim, tomando cuidado com meus machucados.
           Seu rosto estava muito perto do meu, e então minha mãe entrou no quarto.
           — Vocês dois, podem parar de namorar e vão dormir, já está tarde.
           Eu ri e empurrei Justin, minha mãe me olhava com cara de brava.
           — Relaxa mãe, eu e Justin somos só amigos. 
       Ela fez "aham" e olhou pro Justin sorrindo, eu sei que ela estava feliz por pensar que eu estava namorando, ainda mais com o Justin. Porque ela sempre gostou dele, desde que o conheceu me fazia gostar dele, mas eu não tinha paciência pra isso.
           Fui pro meu quarto, tomei banho e dormi quase que instantaneamente, mas antes pensei em Stark, e em como as aparências enganam. 

           Acordei com o despertador do meu celular tocando, e com o barulho de água jorrando. Olhei pela janela, estava todo mundo na piscina, menos Justin, desci as escadas e lá estava meu novo tutor, e eu dei risada quando vi. 
           — Fala sério, não quer que eu acredite que você é meu novo tutor, quer? — eu disse e Justin sorriu.
           — É temporário, sua tutora tá de cama — ele disse e sorriu. — Sua mãe achou uma casa, vou me livrar de você, finalmente. 
           — Não vai não, vou vir aqui te encher todo dia.
           Ele deu risada, e me entregou o livro, abri na página que ele pediu e eu dei risada, ele tinha rabiscado a página, e feito bigodes na foto que tinha no livro.
           — Tu é um desenhista bem idiota — eu disse e ele me mostrou uma foto dele, com bigodes e com óculos gigantes, que me fez rir.
           Ficamos estudando até dar duas da tarde, e Justin sorriu.
           — Vem comigo numa entrevista? — ele disse. — Querem que você vá comigo. 
           — Como isso?
           — "Justin, se puder traga a garota do skate" — ele disse imitando uma voz feminina — a culpa não é minha. 
           Assenti e ele sorriu, subimos para nossos quartos e colocamos nossas roupas, quando Justin saiu, ele estava usando uma calça jeans, uma camiseta, e uma jaqueta por cima, e no pé estava com um supra que parecia um tênis de astronauta, isso me fez rir.
           Eu coloquei uma camiseta gelo bem larga de mangas até o cotovelo, um shorts curto, e um boné roxo na cabeça escrito "SHE GOT SWAG" em preto,  e um Vans roxo. 
           Descemos as escadas, falamos que onde estávamos indo e fomos para o estúdio onde o Justin gravaria a entrevista.

eaaaaaaaae guys! tão gostando? hahhaa, espero que sim. bom... aqui estão os capitulos até agora e vou aumentar 1 comentáriozinho, ok? haha, com 6 comentários eu posto o próximo, pode escrever até em japones, que eu dou um jeito de entender, haha obrigada velho quem tá lendo, é muito especial pra mim 2 kisses.

domingo, 6 de maio de 2012

Boyfriend (Quinto capitulo)

         Acordei com dor de cabeça forte, olhei no relógio, e já era meio-dia. Fui tomar banho, e depois coloquei uma calça jeans, uma camisa dos Beatles, uma pantufa no pé e fui pro quarto do Justin com a coberta jogada nos minhas costas, estava frio aquele dia.
           — Justin — eu disse balançando ele, que não acordava. — Justin, acorda macaco dorminhoco do caramba! — eu gritei e ele deu um pulo.
           — Que foi estressada — ele disse esfregando os olhos. — Tô com dor de cabeça, vadia.
           — Eu também.
           Ele caiu na cama e eu me deitei ao lado dele, me enrolando na minha coberta, e entrando em baixo da coberta também.

           Acordei e vi que não estava no meu quarto, mas tinha uma mão me apertando contra o corpo dele, e sorri relaxando e pegando na mão da pessoa. E só então vi onde eu estava, e gritei. Merda, eu tinha dormido de conchinha com o Justin!
           — Me larga! — eu gritei acordando-o de novo.
           — Para de gritar garota! — e então ele percebeu que estávamos dormindo de conchinha. — Wow.
           Saí correndo do quarto dele, e fui pro meu, coloquei um moletom, coloquei um All Star, e desci as escadas correndo, peguei meu celular e abri a porta da entrada.
           — A onde você vai?
           — Pro estúdio — eu disse, e não menti. Precisava falar com minha mãe.
           Saí correndo de casa, e parei numa esquina arfante. Mas então um carro preto parou do meu lado, e duas silhuetas me pegaram pelo braço e me jogaram dentro do carro.
           Droga, agora vou ser estrupada! Que dia ótimo, eu pensei. Mas as pessoas dentro do carro não tentaram tirar minha roupa, só engrossavam a voz quando falavam para não serem reconhecidos, e me prenderam com uma corda muito apertada, e colocaram alguma coisa na minha boca. Tentei tirar com a língua, mas não consegui. O carro parou, e eles me pegaram de novo no colo, e me prenderam em algum lugar. Tentei ficar quieta mas entrei em desespero, e comecei a tentar gritar, as pessoas tentavam me fazer calar a boca colocando fogo na minha perna e nos meus braços.
           Eles pegaram meu iPhone e ligaram para alguém, pedindo 4 milhões para que me libertassem. Mas quem, teria 4 milhões pra me libertar, gemi, imaginando que ia morrer queimada, então uma das pessoas enfiaram uma faca na minha perna.

Justin.

           Depois que Carol foi embora, fiquei sentado no sofá me perguntando o que teria acontecido comigo que não reclamei de estar abraçado com ela quando acordei hoje, e ontem por ter beijado Jessica. 
           As respostas não apareciam, e então meu celular começou a tocar, quase caindo fui atender, e era Carol, o que ela queria agora?, pensei. Atendi o celular, e escutei gemidos dos fundos, e então uma voz que percebi que estava alterada disse:
           — Se quiser sua namorada de volta — namorada? Eu não tenho namorada. —, vai ter que nos pagar 4 milhões de dólares. 
           — Eu não tenho namorada, valeu a tentativa Carol — eu disse rindo, quase desliguei o celular, quando escutei o grito que eu sabia ser de Carol, e era realmente agoniado. — Quem é você?
           — Só traga os 4 milhões, e não avise a polícia — outro grito de Carol. 
           Os caras me passaram o endereço, e eu peguei o dinheiro, e fui correndo para o local, nem pensei em chamar a polícia na hora, só estava preocupada em ir busca-la. 
           Cheguei no local, e havia um carro preto, parado na frente do local, escutei outro grito de Carol, e segui o som, eles estavam no fundo. Carol estava amarrada, enquanto dois caras a furavam com facas, e a queimavam com isqueiros. O rosto dela estava brilhando por causa das lágrimas. 
           — Tá aqui a merda do dinheiro, agora solta ela! — eu gritei para que eles me ouvissem. — Solta ela, porra!
           Os caras ficaram imóveis, mas a soltaram, chegaram perto e pegaram o dinheiro que estava no chão, Carol veio cambaleando até mim, e eu desamarrei as cordas da mão dela, e tirei o que estava na boca dela.
           — Você tá bem? — perguntei, como eu sou idiota, é lógico que ela não estava bem.
           Ela não respondeu, apenas me abraçou forte. E eu a abracei também, dando um beijo por cima de seus cabelos, sussurrei:
           — Calma, vou te levar pro médico, vai ficar tudo bem.
           Ela fez que não com a cabeça, mas eu ignorei. Peguei-a no colo e a coloquei cuidadosamente no carro.
           Fomos em direção ao hospital mais próximo, assim que os médicos me viram me olharam chocados, que droga, porque ao invés de me olharem não me ajudam, a carregar a menina que está no meu colo sangrando?, perguntei a mim mesmo. 
           — Me ajudem! — eu disse, Carol estava desmaiada no meu colo.
           Dois enfermeiros vieram com uma maca e colocaram Carol nela, os médicos disseram que eu não poderia ir com eles, e então me sentei na sala de espera. 
           Como sou idiota, se eu tivesse ido com ela para a merda do estúdio ela não estaria aqui agora, ela deveria estar em casa, rindo, bagunçando meu cabelo me chamando de idiota, de bebezão, como sempre e não num hospital, quase morrendo, pensei quase começando a chorar.
           — Senhor Bieber? — disse um médico. Levantei os olhos para olha-lo, ainda inquieto. — A garota que você trouxe aqui, qual o nome dela, e o que aconteceu?
           — Caroline Beckendorf, ela foi... ahn... — eu não sabia explicar. — Sequestrada e torturada, até ter ficado assim, e eu cheguei lá tarde demais. 
           — Oh — o médico disse. — Ela vai receber alta hoje, mas ela terá que tomar alguns remédios, e passar alguns medicamentos nas queimaduras e nos cortes. A pele dela está bastante ferida.
           Acha que não vi isso?!, eu quis gritar, mas me contive e assenti. 

           Carol e eu estávamos indo pra casa quando ela acordou. 
           — Justin? — ela sussurrou, mas pue ouvir, encostei o carro. 
           — Você tá bem? Quer dizer... 
           — Relaxa bobão, eu tô bem — ela disse com um sorriso que quase me convenceu de que ela estava realmente bem. — Não conta pra minha mãe, tá?
           Hesitei, eu teria que contar pra mãe dela, ou ela iria descobrir sozinha, mas assenti com a cabeça, e ela sorriu de novo, ela era uma garota forte.
           — Obrigada.
           Ela sussurrou, e o carro começou a andar, chegamos em casa e eu a peguei no colo para leva-la ao quarto ela. 
           — Eu posso andar, tá? — ela disse e riu.
           — Desculpa — eu coloquei ela no chão, e com medo de ela se desequilibrar fiquei olhando-a.
           Subimos até o quarto dela, e eu fui comprar os remédios dela, quando voltei ela estava sentada assistindo Never Say Never que estava passando na tevê. 
           — Você mudou, de aparência — ela disse e eu ri. 
           — É, acha que eu ia ficar com essa carinha de bebê pra sempre — eu disse e apontei com a cabeça pra tevê. — Vai colocar uma roupa que não esteja cheia de sangue, e que dê pra eu colocar o remédio.
           Ela se levantou e colocou o pijama que estava usando ontem.
           — E você ainda tem cara de bebê, cortar o cabelo não é nada — ela disse bagunçando meu cabelo. Quando ela fez isso eu sorri, e baguncei o dela também.
           Dei o remédio oral para ela, e passei na coxa e nos braços dela, os remédios para queimadura. E então nossas mães entraram em casa e gritaram:
           — Justin? Carol? 
           Eu não respondi, e Carol me olhou assustada, escondi os remédios embaixo da coberta, e me deitei ao lado dela. 
           — Tem certeza que não quer contar pra sua mãe? — sussurrei e ela fez que não com a cabeça.
           Me virei e fingi que estava dormindo, assim como ela fez, e a mãe dela entrou no quarto e pude escutar a risadinha dela.
           — Pattie, eles estão aqui — ela disse e chegou mais perto. — Eles formariam um belo casal se namorassem.
           Minha mãe riu e disse sim, e então as duas saíram do quarto e fecharam a porta.
           — Formaríamos um belo casal se namorássemos? Fala sério, mãe — ela disse e nós rimos. 
           Fiquei olhando para o teto, e fiquei pensando. A verdade é que realmente formaríamos um belo casal se namorássemos, pensei, mas eu não vou admitir isso. E ela não acharia isso.

Caroline.

           — Tem certeza que não quer contar pra sua mãe? — Justin sussurrou e eu fiz que não com a cabeça.
           Ele se virou e ficamos frente-a-frente um pro outro, minha mãe entrou no quarto e deu umas risadinhas, ela era tão bobona, mas eu a amava.
           — Pattie, eles estão aqui — ela disse e chegou mais perto. — Eles formariam um belo casal se namorassem.
           A mãe de Justin riu e disse sim, depois mexeu no cabelo do Justin, se virou e as duas saíram do quarto.
           — Formaríamos um belo casal se namorássemos? Fala sério, mãe — eu disse e nós rimos.
           Justin ficou olhando para o teto, e eu fiquei encarando-o. Nunca havia reparado no quanto ele é bonito, sorri e pensei: acho que minha mãe está certa, formaríamos um belo casal.

           Acordei no dia seguinte de conchinha com o Justin, mas dessa vez não reclamei, me virei devagar e olhei para ele, mas logo que o fiz, vi que ele estava acordado olhando pra mim. Mordi os lábios um pouco confusa.
           Não poderia brigar com ele, pois ontem ele foi legal comigo, mas se não o fizesse teria que ser amiga dele, e isso não seria tão ruim.
           — Não tô sentindo mais tanta dor — eu disse, tentando apagar o fato que fomos pegos olhando um para o outro. — E você ronca a noite.
           Ele deu risada, e levantou a coberta, o machucado estava coberto por uma linha marrom de sangue seco.
           — É, tá melhor, agora só esconder da sua mãe até cicatrizar — ele disse sorrindo. — Os meninos vem pra cá hoje, e Caitlin também. Vocês duas vão ser amigas, eu acho.
           Dei risada e assenti, e logo depois meu celular tocou, não conhecia aquele número, mas atendi.
           — Alô?!
           — Oi, menina do Bieber — disse uma voz conhecida, mas não sabia quem era ainda.
           — Quem é?
           — Stark, o surfista de Long Beach. Lembra?
           — Lógico — eu sorri. — Porque tá me ligando?
         — Não sei... Que tal você ir no cinema comigo hoje a noite? Vai ser legal — ele disse e eu me levantei da cama, olhando para Justin que me olhava com um ponto de interrogação na cara.
           — Tá bom — eu disse sorrindo.
           — Ok então, te pego as 7 p.m. na casa do Bieber.
           Mordi o lábio inferior, e ele desligou o telefone. Sorri, pro celular jogado na cama, e fechei os olhos lembrando do rostinho perfeito de Stark.
           — Quem era? — Justin disse interrompendo meus pensamentos.
           — E te interessa? — eu disse sorrindo. Depois caí na cama, deitando minha cabeça no colo dele.
           Ele ficou me olhando, e depois começou a acariciar meu cabelo, e isso estava deixando as coisas estranhas.
           — As 7 Stark vem me buscar pra gente ir no cinema, tá? — eu disse e ele apertou os olhos. — O menino da praia, idiota.
           — Ah — ele disse e a campainha tocou.
           Ele desceu correndo e eu fui atrás dele, não correndo tão depressa, pois minha perna doía quando eu andava.
           — Justin! — Ivy entrou e pulou nos braços de Justin, e Trace fez o mesmo. Chaz e Ryan reviraram os olhos e foram cumprimentar Justin.
           Chris sorriu e olhou para onde eu estava.
           — Oi Carol, que saudade — ele disse me abraçando e me girando no ar.
           — Calma aí, apaixonado — Caitlin disse e deu risada me dando um beijo no rosto.
           Sorri, eles eram muito legais comigo, Justin liberou o vídeo game, e Chaz e Ryan foram correndo para a sala de cinema. Caitlin e Chris ficaram mexendo no MacBook, Ivy e Trace se esfregavam no Justin, ele virou pra mim e disse "socorro" pra mim sem mexer os lábios.
           Eu dei uma risada e fui até ele, me encostei em seu ombro, e elas me fuzilaram com os olhos.
           — Ei, o que estão fazendo com o meu namorado — eu disse segurando o riso.
           — Ele não é seu namorado — Ivy disse colocando a mão na cintura.
           — É sim, e você tem namorado.
           — O Chaz? Eu termino com ele, mas quero o Justin — ela disse e chegou perto de Justin tocando sua parte baixa.
           — Quem você pensa que é garota? — eu disse ainda segurando riso, parti pra cima dela.
           Justin me segurou pela cintura.
           — Calma minha linda.
           — Calma? A garota se esfrega em você e quer que eu fique calma?
           As garotas começaram a rir, e disseram em coro:
           — Vocês são ótimos atores mas não me convenceram.
           Eu fiquei com raiva delas, sério. Olhei para Justin, e vi que ele olhava para mim também, ainda segurando minha cintura, porque achava que eu ia partir pra cima delas.
       
eeeeeeeeeei, vai ter mais parte esse capítulo, e eu espero que gostem do que vai acontecer *-* e aí, acham que ela deveria ficar com o Stark ou com o Bieber? E quem será que eram as pessoas que sequestraram a Carol? hahaha, vocês vão descobrir... comentem, sério *-* posto o sexto com 5 comentários, que como esse já está pronto <3