Acordei com dor de cabeça forte, olhei no relógio, e já era meio-dia. Fui tomar banho, e depois coloquei uma calça jeans, uma camisa dos Beatles, uma pantufa no pé e fui pro quarto do Justin com a coberta jogada nos minhas costas, estava frio aquele dia.
— Justin — eu disse balançando ele, que não acordava. — Justin, acorda macaco dorminhoco do caramba! — eu gritei e ele deu um pulo.
— Que foi estressada — ele disse esfregando os olhos. — Tô com dor de cabeça, vadia.
— Eu também.
Ele caiu na cama e eu me deitei ao lado dele, me enrolando na minha coberta, e entrando em baixo da coberta também.
Acordei e vi que não estava no meu quarto, mas tinha uma mão me apertando contra o corpo dele, e sorri relaxando e pegando na mão da pessoa. E só então vi onde eu estava, e gritei. Merda, eu tinha dormido de conchinha com o Justin!
— Me larga! — eu gritei acordando-o de novo.
— Para de gritar garota! — e então ele percebeu que estávamos dormindo de conchinha. — Wow.
Saí correndo do quarto dele, e fui pro meu, coloquei um moletom, coloquei um All Star, e desci as escadas correndo, peguei meu celular e abri a porta da entrada.
— A onde você vai?
— Pro estúdio — eu disse, e não menti. Precisava falar com minha mãe.
Saí correndo de casa, e parei numa esquina arfante. Mas então um carro preto parou do meu lado, e duas silhuetas me pegaram pelo braço e me jogaram dentro do carro.
Droga, agora vou ser estrupada! Que dia ótimo, eu pensei. Mas as pessoas dentro do carro não tentaram tirar minha roupa, só engrossavam a voz quando falavam para não serem reconhecidos, e me prenderam com uma corda muito apertada, e colocaram alguma coisa na minha boca. Tentei tirar com a língua, mas não consegui. O carro parou, e eles me pegaram de novo no colo, e me prenderam em algum lugar. Tentei ficar quieta mas entrei em desespero, e comecei a tentar gritar, as pessoas tentavam me fazer calar a boca colocando fogo na minha perna e nos meus braços.
Eles pegaram meu iPhone e ligaram para alguém, pedindo 4 milhões para que me libertassem. Mas quem, teria 4 milhões pra me libertar, gemi, imaginando que ia morrer queimada, então uma das pessoas enfiaram uma faca na minha perna.
— Tem certeza que não quer contar pra sua mãe? — Justin sussurrou e eu fiz que não com a cabeça.
Ele se virou e ficamos frente-a-frente um pro outro, minha mãe entrou no quarto e deu umas risadinhas, ela era tão bobona, mas eu a amava.
— Pattie, eles estão aqui — ela disse e chegou mais perto. — Eles formariam um belo casal se namorassem.
A mãe de Justin riu e disse sim, depois mexeu no cabelo do Justin, se virou e as duas saíram do quarto.
— Formaríamos um belo casal se namorássemos? Fala sério, mãe — eu disse e nós rimos.
Justin ficou olhando para o teto, e eu fiquei encarando-o. Nunca havia reparado no quanto ele é bonito, sorri e pensei: acho que minha mãe está certa, formaríamos um belo casal.
Acordei no dia seguinte de conchinha com o Justin, mas dessa vez não reclamei, me virei devagar e olhei para ele, mas logo que o fiz, vi que ele estava acordado olhando pra mim. Mordi os lábios um pouco confusa.
Não poderia brigar com ele, pois ontem ele foi legal comigo, mas se não o fizesse teria que ser amiga dele, e isso não seria tão ruim.
— Não tô sentindo mais tanta dor — eu disse, tentando apagar o fato que fomos pegos olhando um para o outro. — E você ronca a noite.
Ele deu risada, e levantou a coberta, o machucado estava coberto por uma linha marrom de sangue seco.
— É, tá melhor, agora só esconder da sua mãe até cicatrizar — ele disse sorrindo. — Os meninos vem pra cá hoje, e Caitlin também. Vocês duas vão ser amigas, eu acho.
Dei risada e assenti, e logo depois meu celular tocou, não conhecia aquele número, mas atendi.
— Alô?!
— Oi, menina do Bieber — disse uma voz conhecida, mas não sabia quem era ainda.
— Quem é?
— Stark, o surfista de Long Beach. Lembra?
— Lógico — eu sorri. — Porque tá me ligando?
— Não sei... Que tal você ir no cinema comigo hoje a noite? Vai ser legal — ele disse e eu me levantei da cama, olhando para Justin que me olhava com um ponto de interrogação na cara.
— Tá bom — eu disse sorrindo.
— Ok então, te pego as 7 p.m. na casa do Bieber.
Mordi o lábio inferior, e ele desligou o telefone. Sorri, pro celular jogado na cama, e fechei os olhos lembrando do rostinho perfeito de Stark.
— Quem era? — Justin disse interrompendo meus pensamentos.
— E te interessa? — eu disse sorrindo. Depois caí na cama, deitando minha cabeça no colo dele.
Ele ficou me olhando, e depois começou a acariciar meu cabelo, e isso estava deixando as coisas estranhas.
— As 7 Stark vem me buscar pra gente ir no cinema, tá? — eu disse e ele apertou os olhos. — O menino da praia, idiota.
— Ah — ele disse e a campainha tocou.
Ele desceu correndo e eu fui atrás dele, não correndo tão depressa, pois minha perna doía quando eu andava.
— Justin! — Ivy entrou e pulou nos braços de Justin, e Trace fez o mesmo. Chaz e Ryan reviraram os olhos e foram cumprimentar Justin.
Chris sorriu e olhou para onde eu estava.
— Oi Carol, que saudade — ele disse me abraçando e me girando no ar.
— Calma aí, apaixonado — Caitlin disse e deu risada me dando um beijo no rosto.
Sorri, eles eram muito legais comigo, Justin liberou o vídeo game, e Chaz e Ryan foram correndo para a sala de cinema. Caitlin e Chris ficaram mexendo no MacBook, Ivy e Trace se esfregavam no Justin, ele virou pra mim e disse "socorro" pra mim sem mexer os lábios.
Eu dei uma risada e fui até ele, me encostei em seu ombro, e elas me fuzilaram com os olhos.
— Ei, o que estão fazendo com o meu namorado — eu disse segurando o riso.
— Ele não é seu namorado — Ivy disse colocando a mão na cintura.
— É sim, e você tem namorado.
— O Chaz? Eu termino com ele, mas quero o Justin — ela disse e chegou perto de Justin tocando sua parte baixa.
— Quem você pensa que é garota? — eu disse ainda segurando riso, parti pra cima dela.
Justin me segurou pela cintura.
— Calma minha linda.
— Calma? A garota se esfrega em você e quer que eu fique calma?
As garotas começaram a rir, e disseram em coro:
— Vocês são ótimos atores mas não me convenceram.
Eu fiquei com raiva delas, sério. Olhei para Justin, e vi que ele olhava para mim também, ainda segurando minha cintura, porque achava que eu ia partir pra cima delas.
eeeeeeeeeei, vai ter mais parte esse capítulo, e eu espero que gostem do que vai acontecer *-* e aí, acham que ela deveria ficar com o Stark ou com o Bieber? E quem será que eram as pessoas que sequestraram a Carol? hahaha, vocês vão descobrir... comentem, sério *-* posto o sexto com 5 comentários, que como esse já está pronto <3
— Justin — eu disse balançando ele, que não acordava. — Justin, acorda macaco dorminhoco do caramba! — eu gritei e ele deu um pulo.
— Que foi estressada — ele disse esfregando os olhos. — Tô com dor de cabeça, vadia.
— Eu também.
Ele caiu na cama e eu me deitei ao lado dele, me enrolando na minha coberta, e entrando em baixo da coberta também.
Acordei e vi que não estava no meu quarto, mas tinha uma mão me apertando contra o corpo dele, e sorri relaxando e pegando na mão da pessoa. E só então vi onde eu estava, e gritei. Merda, eu tinha dormido de conchinha com o Justin!
— Me larga! — eu gritei acordando-o de novo.
— Para de gritar garota! — e então ele percebeu que estávamos dormindo de conchinha. — Wow.
Saí correndo do quarto dele, e fui pro meu, coloquei um moletom, coloquei um All Star, e desci as escadas correndo, peguei meu celular e abri a porta da entrada.
— A onde você vai?
— Pro estúdio — eu disse, e não menti. Precisava falar com minha mãe.
Saí correndo de casa, e parei numa esquina arfante. Mas então um carro preto parou do meu lado, e duas silhuetas me pegaram pelo braço e me jogaram dentro do carro.
Droga, agora vou ser estrupada! Que dia ótimo, eu pensei. Mas as pessoas dentro do carro não tentaram tirar minha roupa, só engrossavam a voz quando falavam para não serem reconhecidos, e me prenderam com uma corda muito apertada, e colocaram alguma coisa na minha boca. Tentei tirar com a língua, mas não consegui. O carro parou, e eles me pegaram de novo no colo, e me prenderam em algum lugar. Tentei ficar quieta mas entrei em desespero, e comecei a tentar gritar, as pessoas tentavam me fazer calar a boca colocando fogo na minha perna e nos meus braços.
Eles pegaram meu iPhone e ligaram para alguém, pedindo 4 milhões para que me libertassem. Mas quem, teria 4 milhões pra me libertar, gemi, imaginando que ia morrer queimada, então uma das pessoas enfiaram uma faca na minha perna.
Justin.
Depois que Carol foi embora, fiquei sentado no sofá me perguntando o que teria acontecido comigo que não reclamei de estar abraçado com ela quando acordei hoje, e ontem por ter beijado Jessica.
As respostas não apareciam, e então meu celular começou a tocar, quase caindo fui atender, e era Carol, o que ela queria agora?, pensei. Atendi o celular, e escutei gemidos dos fundos, e então uma voz que percebi que estava alterada disse:
— Se quiser sua namorada de volta — namorada? Eu não tenho namorada. —, vai ter que nos pagar 4 milhões de dólares.
— Eu não tenho namorada, valeu a tentativa Carol — eu disse rindo, quase desliguei o celular, quando escutei o grito que eu sabia ser de Carol, e era realmente agoniado. — Quem é você?
— Só traga os 4 milhões, e não avise a polícia — outro grito de Carol.
Os caras me passaram o endereço, e eu peguei o dinheiro, e fui correndo para o local, nem pensei em chamar a polícia na hora, só estava preocupada em ir busca-la.
Cheguei no local, e havia um carro preto, parado na frente do local, escutei outro grito de Carol, e segui o som, eles estavam no fundo. Carol estava amarrada, enquanto dois caras a furavam com facas, e a queimavam com isqueiros. O rosto dela estava brilhando por causa das lágrimas.
— Tá aqui a merda do dinheiro, agora solta ela! — eu gritei para que eles me ouvissem. — Solta ela, porra!
Os caras ficaram imóveis, mas a soltaram, chegaram perto e pegaram o dinheiro que estava no chão, Carol veio cambaleando até mim, e eu desamarrei as cordas da mão dela, e tirei o que estava na boca dela.
— Você tá bem? — perguntei, como eu sou idiota, é lógico que ela não estava bem.
Ela não respondeu, apenas me abraçou forte. E eu a abracei também, dando um beijo por cima de seus cabelos, sussurrei:
— Calma, vou te levar pro médico, vai ficar tudo bem.
Ela fez que não com a cabeça, mas eu ignorei. Peguei-a no colo e a coloquei cuidadosamente no carro.
Fomos em direção ao hospital mais próximo, assim que os médicos me viram me olharam chocados, que droga, porque ao invés de me olharem não me ajudam, a carregar a menina que está no meu colo sangrando?, perguntei a mim mesmo.
— Me ajudem! — eu disse, Carol estava desmaiada no meu colo.
Dois enfermeiros vieram com uma maca e colocaram Carol nela, os médicos disseram que eu não poderia ir com eles, e então me sentei na sala de espera.
Como sou idiota, se eu tivesse ido com ela para a merda do estúdio ela não estaria aqui agora, ela deveria estar em casa, rindo, bagunçando meu cabelo me chamando de idiota, de bebezão, como sempre e não num hospital, quase morrendo, pensei quase começando a chorar.
— Senhor Bieber? — disse um médico. Levantei os olhos para olha-lo, ainda inquieto. — A garota que você trouxe aqui, qual o nome dela, e o que aconteceu?
— Caroline Beckendorf, ela foi... ahn... — eu não sabia explicar. — Sequestrada e torturada, até ter ficado assim, e eu cheguei lá tarde demais.
— Oh — o médico disse. — Ela vai receber alta hoje, mas ela terá que tomar alguns remédios, e passar alguns medicamentos nas queimaduras e nos cortes. A pele dela está bastante ferida.
Acha que não vi isso?!, eu quis gritar, mas me contive e assenti.
Carol e eu estávamos indo pra casa quando ela acordou.
— Justin? — ela sussurrou, mas pue ouvir, encostei o carro.
— Você tá bem? Quer dizer...
— Relaxa bobão, eu tô bem — ela disse com um sorriso que quase me convenceu de que ela estava realmente bem. — Não conta pra minha mãe, tá?
Hesitei, eu teria que contar pra mãe dela, ou ela iria descobrir sozinha, mas assenti com a cabeça, e ela sorriu de novo, ela era uma garota forte.
— Obrigada.
Ela sussurrou, e o carro começou a andar, chegamos em casa e eu a peguei no colo para leva-la ao quarto ela.
— Eu posso andar, tá? — ela disse e riu.
— Desculpa — eu coloquei ela no chão, e com medo de ela se desequilibrar fiquei olhando-a.
Subimos até o quarto dela, e eu fui comprar os remédios dela, quando voltei ela estava sentada assistindo Never Say Never que estava passando na tevê.
— Você mudou, de aparência — ela disse e eu ri.
— É, acha que eu ia ficar com essa carinha de bebê pra sempre — eu disse e apontei com a cabeça pra tevê. — Vai colocar uma roupa que não esteja cheia de sangue, e que dê pra eu colocar o remédio.
Ela se levantou e colocou o pijama que estava usando ontem.
— E você ainda tem cara de bebê, cortar o cabelo não é nada — ela disse bagunçando meu cabelo. Quando ela fez isso eu sorri, e baguncei o dela também.
Dei o remédio oral para ela, e passei na coxa e nos braços dela, os remédios para queimadura. E então nossas mães entraram em casa e gritaram:
— Justin? Carol?
Eu não respondi, e Carol me olhou assustada, escondi os remédios embaixo da coberta, e me deitei ao lado dela.
— Tem certeza que não quer contar pra sua mãe? — sussurrei e ela fez que não com a cabeça.
Me virei e fingi que estava dormindo, assim como ela fez, e a mãe dela entrou no quarto e pude escutar a risadinha dela.
— Pattie, eles estão aqui — ela disse e chegou mais perto. — Eles formariam um belo casal se namorassem.
Minha mãe riu e disse sim, e então as duas saíram do quarto e fecharam a porta.
— Formaríamos um belo casal se namorássemos? Fala sério, mãe — ela disse e nós rimos.
Fiquei olhando para o teto, e fiquei pensando. A verdade é que realmente formaríamos um belo casal se namorássemos, pensei, mas eu não vou admitir isso. E ela não acharia isso.
Caroline.
Ele se virou e ficamos frente-a-frente um pro outro, minha mãe entrou no quarto e deu umas risadinhas, ela era tão bobona, mas eu a amava.
— Pattie, eles estão aqui — ela disse e chegou mais perto. — Eles formariam um belo casal se namorassem.
A mãe de Justin riu e disse sim, depois mexeu no cabelo do Justin, se virou e as duas saíram do quarto.
— Formaríamos um belo casal se namorássemos? Fala sério, mãe — eu disse e nós rimos.
Justin ficou olhando para o teto, e eu fiquei encarando-o. Nunca havia reparado no quanto ele é bonito, sorri e pensei: acho que minha mãe está certa, formaríamos um belo casal.
Acordei no dia seguinte de conchinha com o Justin, mas dessa vez não reclamei, me virei devagar e olhei para ele, mas logo que o fiz, vi que ele estava acordado olhando pra mim. Mordi os lábios um pouco confusa.
Não poderia brigar com ele, pois ontem ele foi legal comigo, mas se não o fizesse teria que ser amiga dele, e isso não seria tão ruim.
— Não tô sentindo mais tanta dor — eu disse, tentando apagar o fato que fomos pegos olhando um para o outro. — E você ronca a noite.
Ele deu risada, e levantou a coberta, o machucado estava coberto por uma linha marrom de sangue seco.
— É, tá melhor, agora só esconder da sua mãe até cicatrizar — ele disse sorrindo. — Os meninos vem pra cá hoje, e Caitlin também. Vocês duas vão ser amigas, eu acho.
Dei risada e assenti, e logo depois meu celular tocou, não conhecia aquele número, mas atendi.
— Alô?!
— Oi, menina do Bieber — disse uma voz conhecida, mas não sabia quem era ainda.
— Quem é?
— Stark, o surfista de Long Beach. Lembra?
— Lógico — eu sorri. — Porque tá me ligando?
— Não sei... Que tal você ir no cinema comigo hoje a noite? Vai ser legal — ele disse e eu me levantei da cama, olhando para Justin que me olhava com um ponto de interrogação na cara.
— Tá bom — eu disse sorrindo.
— Ok então, te pego as 7 p.m. na casa do Bieber.
Mordi o lábio inferior, e ele desligou o telefone. Sorri, pro celular jogado na cama, e fechei os olhos lembrando do rostinho perfeito de Stark.
— Quem era? — Justin disse interrompendo meus pensamentos.
— E te interessa? — eu disse sorrindo. Depois caí na cama, deitando minha cabeça no colo dele.
Ele ficou me olhando, e depois começou a acariciar meu cabelo, e isso estava deixando as coisas estranhas.
— As 7 Stark vem me buscar pra gente ir no cinema, tá? — eu disse e ele apertou os olhos. — O menino da praia, idiota.
— Ah — ele disse e a campainha tocou.
Ele desceu correndo e eu fui atrás dele, não correndo tão depressa, pois minha perna doía quando eu andava.
— Justin! — Ivy entrou e pulou nos braços de Justin, e Trace fez o mesmo. Chaz e Ryan reviraram os olhos e foram cumprimentar Justin.
Chris sorriu e olhou para onde eu estava.
— Oi Carol, que saudade — ele disse me abraçando e me girando no ar.
— Calma aí, apaixonado — Caitlin disse e deu risada me dando um beijo no rosto.
Sorri, eles eram muito legais comigo, Justin liberou o vídeo game, e Chaz e Ryan foram correndo para a sala de cinema. Caitlin e Chris ficaram mexendo no MacBook, Ivy e Trace se esfregavam no Justin, ele virou pra mim e disse "socorro" pra mim sem mexer os lábios.
Eu dei uma risada e fui até ele, me encostei em seu ombro, e elas me fuzilaram com os olhos.
— Ei, o que estão fazendo com o meu namorado — eu disse segurando o riso.
— Ele não é seu namorado — Ivy disse colocando a mão na cintura.
— É sim, e você tem namorado.
— O Chaz? Eu termino com ele, mas quero o Justin — ela disse e chegou perto de Justin tocando sua parte baixa.
— Quem você pensa que é garota? — eu disse ainda segurando riso, parti pra cima dela.
Justin me segurou pela cintura.
— Calma minha linda.
— Calma? A garota se esfrega em você e quer que eu fique calma?
As garotas começaram a rir, e disseram em coro:
— Vocês são ótimos atores mas não me convenceram.
Eu fiquei com raiva delas, sério. Olhei para Justin, e vi que ele olhava para mim também, ainda segurando minha cintura, porque achava que eu ia partir pra cima delas.
eeeeeeeeeei, vai ter mais parte esse capítulo, e eu espero que gostem do que vai acontecer *-* e aí, acham que ela deveria ficar com o Stark ou com o Bieber? E quem será que eram as pessoas que sequestraram a Carol? hahaha, vocês vão descobrir... comentem, sério *-* posto o sexto com 5 comentários, que como esse já está pronto <3
Claro q ela deve fica com o Bieber :)
ResponderExcluirTa mto perfeito
Eu to mto curiosa
Continua logo por favor
leitora nova, que perfeito, amei amei amei o blog, continua logo, ta me matando de curiosidade, vc escreve muito bem, e qual é o seu nome fofuxa?........... xoxo da juju
ResponderExcluirhaha, que bom que gostou minha linda *--* bom, vai ficar curiosa até chegar nos 5 comentários, desculpa :c e obrigada, aw. meu nome é juliana, haha quase charás (:
ExcluirOown vai logo posta o prox.
ResponderExcluirMinha querida amiga vc pode fazer o favor de postar logo a merda do cap. 6!
ResponderExcluirGrata, Maria Clara @Clara_Biebs18th
muito, muito bom
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