Já estava na segunda semana desde que voltamos de Bahamas, e estávamos fingindo namorar e estava sendo uma total loucura! É beijo pra cá, agarração pra lá. Eu sentando no colo de Justin, e fingindo estar confortável com isso (e eu estaria, se não soubesse que era tudo fingimento).
A parte em que eu mais gostava nisso tudo é que eu estava saindo mais com Justin, estávamos indo mais ao cinema, ao shopping, quando não tinha nada pra fazer ele me ensinava a andar de skate, íamos quase sempre tomar sorvete e caminhar, à praia, todos esses lugares sozinhos. Tipo, sem ninguém para cobrar beijos, e nem nada. Porque longe de tudo aquilo éramos apenas amigos. E isso que ainda somos.
— Essa história de estarmos namorando é a maior loucura — eu disse apoiando meus cotovelos na areia, ao lado de Justin.
— Eu sei, mas você não pode negar que é engraçado.
— Verdade — eu disse rindo.
Escutamos algumas risadas e olhamos para trás, estava todo mundo ali, e não podíamos fazer nada, haviam algumas fãs do lado, e já tínhamos notado alguns flashes de paparazzis.
— Puta que pariu, isso virou perseguição — eu disse me levantando.
Justin também se levantou e pegou as coisas, passamos pelo povo que ficou nos olhando, e então paramos para conversar com eles, para não ficar muito suspeito.
— Oi — eu disse.
— Ei — Jessica disse se pendurando no meu ombro. — Onde vocês vão?
— Pra casa, tomar banho. E depois eu e Carol vamos andar de skate — Justin disse pegando em minha mão e me puxando. — Vem, vamos.
Dei de ombros e cedi, indo com ele em direção em casa. Chegamos lá e eu fui correndo para o meu quarto — no qual eu e Justin concordamos em deixar minhas coisas caso alguma coisa (que estva sendo frequente) que eu não quisesse contar para minha mãe acontecesse — e tomei banho.
— Oi — eu disse.
— Ei — Jessica disse se pendurando no meu ombro. — Onde vocês vão?
— Pra casa, tomar banho. E depois eu e Carol vamos andar de skate — Justin disse pegando em minha mão e me puxando. — Vem, vamos.
Dei de ombros e cedi, indo com ele em direção em casa. Chegamos lá e eu fui correndo para o meu quarto — no qual eu e Justin concordamos em deixar minhas coisas caso alguma coisa (que estva sendo frequente) que eu não quisesse contar para minha mãe acontecesse — e tomei banho.
Me vesti praticamente toda de preto, coloquei uma meia-calça fina, um shorts jeans de cintura alta, uma blusa de manga cumprida e coturno, deixei meu cabelo solto, e então fui para o quarto de Justin, que estava só de cueca vermelha procurando por alguma coisa para vestir.
— Hm, bundinha sexy — eu disse rindo e indo até ele.
Ele se virou pra mim, e enrugou a testa. Depois deu um sorrisinho metido e disse:
— Obrigado — ele agarrou uma calça jeans e começou a vesti-la. — Você vai andar de skate de coturno?
— Não, quem disse que a gente vai andar de skate? — perguntei me jogando na cama bagunçada dele.
— Vamos fazer o que então? — ele perguntou pegando uma camiseta vermelha.
— Vamos pra calçada da fama — eu disse sorrindo. — Ei, me empresta aquela sua jaqueta que você usou no clipe de One Time?
Ele assentiu, e então foi pegar a jaqueta, jogando-a para mim. Peguei a jaqueta no ar e a vesti, eu achava ela perfeita, apesar de ficar um pouquinho grande em mim. Sorri pra ele, e apontei pro supra preto dele, e então ele pegou uma corrente com uma cruz de prata e colocou.
— Swag — eu disse sorrindo. — Você ficou bonitinho assim.
— Eu fico bonitinho sempre.
— Que convencido, e não fica não — me levantei de cama e fui até ele bagunçando o cabelo dele, que ele tinha acabado de arrumar. — Aprenda uma coisa: cabelo bagunçado é sexy.
Ele sorriu e se sentou na cama pra colocar o tênis, me sentei do lado dele enquanto observava ele sorrir colocando o tênis.
— Seu nome está lá? — perguntei sorrindo.
— Lá a onde? — disse ele respondendo com uma pergunta idiota, como sempre.
— Na calçada da fama, duh! — revirei os olhos.
— Ah, não. Infelizmente — ele disse sorrindo. — Mas queria estar.
— Todo mundo quer estar na calçada da fama, idiotão — eu me levantei e fui até a porta com Justin me seguindo.
— Ah, tem gente que nem pensa nisso — ele fechou a porta por trás de si (e deveria mesmo, o quarto dele estava uma bagunça).
Estávamos quase saindo pela porta de entrada, quando Ryan e Chaz entram gritando.
— A onde vamos? — Chaz perguntou sorrindo.
— Para a calçada da fama — respondi.
— Ah, podemos ir junto? — Ryan gritou em quanto ia para a cozinha.
— Sim — respondi tímida.
— Não — Justin disse na mesma hora que eu, e revirou os olhos. — Tá, podem ir.
— Tá, a gente vai ir lá chamar as meninas e já voltamos, não vão antes da gente chegar, ein? — Chaz sorriu, e foi puxar o Ryan, os dois saíram e eu me joguei no sofá.
— Ficou louca? — Justin disse me dando um tapa leve na cabeça.
— Ai! Não, não fiquei louca. Depois que essa história de estarmos namorando começou nós nunca mais saímos com eles... — eu me expliquei sorrindo. — Sinto saudades de quando a gente era tipo, muito unido e coisa e tal.
— Ah... Mas e aí? — ele se jogou no meu lado no sofá. — Eles vão cobrar carinhos e mimos, e com certeza lá vai ter paparazzis, então... O que a gente faz?
— Nada, sei lá, fala pra eles que eu não quero que saibam que a gente tá namorando, ou sei lá. Acho que eles vão entender.
— É o que espero.
— Eu também.
Ficamos esperando por quinze minutos e eles não apareceram, e então escrevemos um bilhete e fomos sozinhos para lá. Ficamos andando por lá até o fim da tarde (porque eu fiquei cegada pela quantidade enorme de flashes que vinham em nossa direção).
— Odeio paparazzis — eu sussurrei baixinho no ouvido do Justin, escondida atrás dele.
Justin riu. Sério, ele riu.
— Você tem que se acostumar, sorria e acene — ele disse ainda rindo.
— Por acaso você é um dos pinguins de Madagascar? — eu também ri.
— Não, você é?
— Sou. Nhac!
— Meu Deus, você é muito idiota.
— Sou menos que você — eu disse mordendo o ombro dele e saindo correndo.
Ele saiu correndo atrás de mim, e atrapalhou duas mulheres que estavam tentando ver se era mesmo Justin Bieber, os paparazzis não correram atrás de nós só tiraram algumas fotos enquanto corríamos, mas Justin é mais rápido que eu e me alcançou em pouco tempo, pegando pela cintura e mordendo meu braço.
— Para de me morder! Eu só te mordi uma vez — reclamei enquanto ele não parava.
— Tá. Vamos voltar pra casa, tudo bem? — ele disse me pegando no colo e me levando até onde tínhamos deixado o carro, mas não prestei muita atenção, porque fiquei olhando para o rosto dele.
Quando chegamos em casa, até minha mãe estava ali comendo pizza com todo mundo, falei "oi" para todo mundo e depois fui para a sala de cinema me jogando no sofá. Justin chegou alguns minutos depois com dois pedaços de pizza na mão.
— Valeu — eu disse pegando um dos pedaços da mão dele.
— De nada — ele disse se sentando ao meu lado.
Eu e ele ficamos deitados um do lado do outro e colocamos num canal de filmes, e assistimos a Irmão Urso. É impossível não amar esse filme, estava quase no meio do filme quando Justin colocou a cabeça na minha coxa e ficou ali deitado, assistindo revirei os olhos e continuei a assistir. Quando o filme acabou Justin estava roncando, e minhas pálpebras estavam começando a pesar. Me encostei no quadril dele e também comecei a dormir. OBS: a bunda dele, é macia.
Acordei no dia seguinte com Justin falando "bom dia" e acariciando meu cabelo, ouvimos um barulho vindo da cozinha e fomos ver o que era, uma mulher loira magra estava fazendo waffles, e uma jarra suco de laranja no final estava posto na mesa. A mulher se virou e disse um "oi" tímido, reparei que Justin ficou olhando para os seios dela, porque eram grandes. Cutuquei-o com o ombro e revirei os olhos para ele.
— O que é? — ele sussurrou. — Oi, quem é você? E cadê o povo?
— Desculpa, ele é mal-educado mesmo... — eu disse sorrindo.
— Tudo bem — a mulher sorriu, mostrando dentes levemente tortos. — Eu sou a Lilian, mas por favor, me chame de Li. Os garotos e sua mãe saíram faz algumas horas, não queriam incomodar vocês.
— Eles nunca querem... — Justin disse, indo até a mesa e colocando suco de laranja num copo.
— Ah, mas até eu tenho que admitir que vocês estavam lindinhos dormindo — Li colocou dois waffles em cada um dos pratos a mesa, e colocou a cobertura, me sentei ao lado de Justin, e comi um pouco, nunca tinha comido waffles na vida, e era bom.
— Que delicia — Justin disse.
— Que bom que gostaram — Li sorriu, limpando as mãos no avental e o tirando.
Olhamos enquanto ela lavava a mão e depois subia para arrumar os quartos. Nos entreolhamos e demos de ombro continuando a comer, depois que terminamos fui tomar banho, e me surpreendi com o meu quarto arrumado: as coisas estavam todas arrumadas, inclusive minha cama. Entrei no banheiro e as toalhas não estavam todas emboladas como normalmente a deixo. Tenho que agradecer a Li depois, Justin me falou que ele odiava ter empregadas, mas que era necessário mas ele não achava nenhuma.
Peguei um shorts curto, e uma camiseta escrito "love me or die" joguei a roupa na cama e fui para o banho. Quando saí Justin estava sentado na minha cama mexendo no meu celular. Dei um grito.
— Não precisa gritar — ele disse revirando os olhos. — Sua senha é minha data de nascimento, me ama demais.
— E daí? A sua senha também é meu aniversário, mas você tirou a senha — sorri, e peguei a minha roupa, entrando no banheiro de novo.
— Mexe muito no meu celular, me ama — Justin falou baixinho.
— Amo nada, nem um pouquinho — eu gritei do banheiro enquanto colocava a roupa.
Saí do banheiro e me dei de cara com o Justin fazendo biquinho e me olhando com uma cara de cachorrinho sem dono.
— Nem um pouquinho? — ele perguntou e eu fiz que não com a cabeça. — Nossa, nem um pouquinho? Sério mesmo?
— Nada, nem um pouquinho — menti e cheguei perto dele, apoiando a mão na cintura dele.
— Ama sim, ama muito até — ele agarrou minha cintura e pulou de costas na cama. — Não ama?
— Não — respondi me virando para sair de cima dele.
— Mas eu te amo — ele disse sorrindo.
— Prova então — dei risada.
— Demorou, desce lá, vamos jogar vídeo-game, vou deixar você ganhar — ele também riu e nós descemos correndo.
Lia estava varrendo a sala de cinema, e nós dois fizemos biquinho saindo de perto quando ela fez um gesto para sairmos da sala, me joguei no sofá e ele começou a fazer cócegas em mim.
— Ah, para! Por que você sempre faz isso? — eu disse entre risadas.
— Porque é legal — ele disse também rindo. — Só vou parar quando você admitir que me ama.
— Mas eu não... te amo — fiquei dando socos no ar, tentando faze-lo parar — Para!
Ele fez que não com a cabeça.
— Argh! Tá bom, para. Eu te amo, Justin Drew Bieber, agora para de fazer cócegas em mim — assim que eu disse ele parou na hora. — Obrigada.
— De nada — ele disse se inclinando e me dando um beijo na bochecha bem melado.
Limpei a bochecha com a mão, o que o fez rir, e murmurei "eca" umas centenas de vezes. Li saiu da sala, e eu e ele fomos correndo para lá jogar vídeo-game, jogamos o que estava lá. Mortal Kombat.
Eu ganhei, mas sabia que ele estava deixando eu ganhar porque ele mexia no controle apenas poucas vezes. Estava ficando com raiva.
— Joga direito! — eu disse elevando a voz.
— É minha prova de amor, meu orgulho por sua felicidade — ele disse com um sorriso.
— Não, é meu orgulho, porque se eu ganho porque você deixa, ai você se acha superior falando que eu não sou melhor que você no vídeo-game, o que ambos sabemos que não é verdade.
— Mas eu sou melhor que você — ele disse pegado o controle da minha mão e se deitando.
Fui tentar pegar dele, mas meu corpo se caiu sobre o dele, e ficamos com a cara a apenas alguns centímetros de distância. Fiquei olhando nos olhos dele, e sorri. E então meu corpo começou a formigar, me acordando de um transe e me levantei.
— Joga direito! — Carol gritou.
— É minha prova de amor, meu orgulho por sua felicidade — eu disse sorrindo.
— Não, é meu orgulho, porque se eu ganho porque você deixa, ai você se acha superior falando que eu não sou melhor que você no vídeo-game, o que ambos sabemos que não é verdade.
— Mas eu sou melhor que você — eu disse pegando o controle da mão dela e me jogando no sofá.
Ela tentou pegar o controle de mim, mas então o corpo dela caiu sobre o meu e ficamos cara-a-cara com apenas alguns centímetros de distância. Sorri, enquanto ela olhava nos meus olhos, aquela sensação era boa. E então ela se levantou, acabando com todo o formigamento que tinha envolvido meu corpo inteiro.
Mordi os lábios olhando enquanto ela saia de perto de mim, e então comecei a pensar se eu estava gostando dela, ou se isso era apenas sintomas dos nossos personagens de que estamos namorando. Não, Justin você não pode se apaixonar por ela. Qual é cara, ela é sua melhor amiga, se acontecer alguma coisa, a amizade acaba e fim, você vai se arrepender para sempre, minha mente gritava, e eu realmente concordava. Estávamos nos fingindo de namorados a dez dias, e isso não tinha atrapalhado em nada até agora.
— Carol, Justin, a Caitlin e o Chaz estão aqui e parecem um pouco... ahn... chateados, Caitlin quer falar com o Justin — Li disse, colocado a cara sobre uma fresta na porta.
— Tá, valeu Li — eu disse sorrindo.
Chaz entrou na sala, e se sentou do lado de Carol, e então os dois começaram a conversar. Entrei no quarto em que Caitlin estava, e ela estava chorando com um travesseiro na cara. Corri até ela, e me sentei ao seu lado.
— Ei, Cait, o que houve? — perguntei, puxando o travesseiro de leve.
— O Chaz... Ele... Ele... — ela sorriu entre lágrimas. — Ele me pediu em namoro, e tal, e eu não respondi, eu sei, sou uma idiota.
— Não, não é — peguei na mão dela. — Você tem que pensar, essas respostas não aparecem do nada, como acontece em filme. Você tem que pensar antes de aceitar, ao menos que você realmente ame a pessoa.
— Mas... eu amo ele — ela mergulhou a cabeça em meu peito e eu a abracei.
— Então por que não aceitou? — disse puxando um pouquinho o corpo dela de perto do meu.
— Porque eu não sei se ele me ama.
— Então você está com medo que ele não te ame — revirei os olhos sorrindo. — Cait, relaxa, Chaz já é apaixonado por você faz um tempo.
— Tem certeza? — ela sorriu apertando minha mão.
Assenti, o que a fez exibir lindos dentes brancos, enquanto ela secava as lágrimas com as costas da mão.
— Mas e você e a Carol? Sei que vocês dois se amam, mas não estão namorando — ela sorriu. — Não sou tão burra assim, Justin.
— Eu sei que não é — ri de mim mesmo. — Acho que realmente gosto dela, mas não...
— Não sabe se ela sente o mesmo, eu sei — ela sorriu e mexeu nos cabelos compridos. — Acho que ela sente sim, só não admite.
Eu ri, Carol, gostando de mim, como namorado. Até parecia uma piada. E então por um momento senti como se ela fosse a garota para quem eu escrevi Boyfriend.
— O que foi? O que se passa na sua cabecinha, garoto apaixonado pela melhor amiga?
— Caroline...
— Normal, isso é normal — ela sorriu. — Pede ela em namoro.
— Não sei, Cait — me joguei na cama com os braços estendidos.
— Só... Tenta, ela gosta de você, eu sei disso, é impossível não gostar de você — Caitlin disse sorrindo, depois me deu um beijo na bochecha e saiu correndo para a porta. Segui ela, e ela estava abraçada com Chaz beijando-o.
Sorri, e entrei na sala de cinema, Carol estava deitada no sofá com os olhos fechados. Pulei em cima dela. E ela gritou.
— Idiota! Você é insuportável e retardado — ela gritou, me dando soquinhos no braço.
— Também te amo — eu sorri.
— Quem disse que eu te amo? — ela perguntou cruzando os braços.
— Eu — tirei uma mexa de cabelo que estava grudada em seu rosto. — Precisa de mais alguém falando?
— Sim, de mim. O sentimento é meu — ela sorriu.
Alguém limpou a garganta atrás de mim e eu me virei para ver quem era. Caitlin e Chaz estavam de mãos dadas, e sorrindo.
— Oi, a gente vai sair, se vocês quiserem ir com a gente...
Assentimos, e então fomos com eles, estávamos a pé, eu e Chaz compramos sorvetes para as meninas e para nós e então continuamos a andar pela praia. Eu e Carol mais perto do mar, e Chaz e Cait mais longe. Carol passou o dedo no sorvete passou no meu nariz, e saiu correndo. Saí correndo atrás dela.
Consegui alcançar ela e a peguei no colo, já que meu sorvete tinha caído no chão no meio do caminho. Sorri pra ela, e deixei nossos rostos bem próximos um do outro.
— Nunca. Mais. Faça. Isso — eu disse pausadamente. — Infância se foi a muito tempo.
Ela colocou o sorvete na minha testa e sorrindo disse:
— Tá bom unicórnio — ela se inclinou e me deu um beijo na bochecha.
Revirei os olhos, e levei-a de volta pra casa no colo, depois que Chaz e Cait falaram para nós voltarmos para casa. E tive que ouvi-la reclamando que tem pernas.
— E aí, Justin como é ser um unicórnio? — ela perguntou assim que chegamos em casa.
— Talvez um dia você possa me dizer como é — sorri colocando-a no chão.
Ela entrou no quarto dela e pegou o MacBook, e depois entrou no twitter, fiquei olhando por sobre o ombro dela. Havia algumas garotas pedindo pra ela falar algumas coisas pra mim, outras perguntando como é ser a minha melhor amiga, e ela respondia. E depois se virava e mandava o recado para mim. Uma menina perguntou se eu e ela estávamos namorando, e ela respondeu "hahahaha, não. que sonho!" só não entendi em qual sentido ela quis dizer que era um sonho.
— Justin, sério, você namoraria comigo? — ela perguntou se virando para trás e se apoiando em uma das mãos.
— Se eu gostasse de você desse jeito, sim. E você, namoraria comigo? — disse sorrindo.
Ela não respondeu e se virou, postando alguma coisa no twitter em português, e fechando o computador, depois ela se deitou com a cabeça no meu colo.
— Você não respondeu minha pergunta — comecei a acariciar o cabelo dela.
— Ah... não sei — ela sorriu.
Obrigado Carol, ajudou muito, pensei tentando sorrir, não quero que ela pense que eu estou decepcionado ou algo assim.
Me deitei ainda acariciando o cabelo dela, e depois de ficar um bom tempo pensando no que Cait havia dito, sobre ela também gostar de mim, dormi, com ela. Mas já me acostumei com isso.
olá coisinhas deliciosas. como vão vocês? haha, então o que estão achando da IB? comentem, pfvr ok? posto o resto com no minimo 8 comentários, haha n vou abusar s2 amo vocês negões.
Ele se virou pra mim, e enrugou a testa. Depois deu um sorrisinho metido e disse:
— Obrigado — ele agarrou uma calça jeans e começou a vesti-la. — Você vai andar de skate de coturno?
— Não, quem disse que a gente vai andar de skate? — perguntei me jogando na cama bagunçada dele.
— Vamos fazer o que então? — ele perguntou pegando uma camiseta vermelha.
— Vamos pra calçada da fama — eu disse sorrindo. — Ei, me empresta aquela sua jaqueta que você usou no clipe de One Time?
Ele assentiu, e então foi pegar a jaqueta, jogando-a para mim. Peguei a jaqueta no ar e a vesti, eu achava ela perfeita, apesar de ficar um pouquinho grande em mim. Sorri pra ele, e apontei pro supra preto dele, e então ele pegou uma corrente com uma cruz de prata e colocou.
— Swag — eu disse sorrindo. — Você ficou bonitinho assim.
— Eu fico bonitinho sempre.
— Que convencido, e não fica não — me levantei de cama e fui até ele bagunçando o cabelo dele, que ele tinha acabado de arrumar. — Aprenda uma coisa: cabelo bagunçado é sexy.
Ele sorriu e se sentou na cama pra colocar o tênis, me sentei do lado dele enquanto observava ele sorrir colocando o tênis.
— Seu nome está lá? — perguntei sorrindo.
— Lá a onde? — disse ele respondendo com uma pergunta idiota, como sempre.
— Na calçada da fama, duh! — revirei os olhos.
— Ah, não. Infelizmente — ele disse sorrindo. — Mas queria estar.
— Todo mundo quer estar na calçada da fama, idiotão — eu me levantei e fui até a porta com Justin me seguindo.
— Ah, tem gente que nem pensa nisso — ele fechou a porta por trás de si (e deveria mesmo, o quarto dele estava uma bagunça).
Estávamos quase saindo pela porta de entrada, quando Ryan e Chaz entram gritando.
— A onde vamos? — Chaz perguntou sorrindo.
— Para a calçada da fama — respondi.
— Ah, podemos ir junto? — Ryan gritou em quanto ia para a cozinha.
— Sim — respondi tímida.
— Não — Justin disse na mesma hora que eu, e revirou os olhos. — Tá, podem ir.
— Tá, a gente vai ir lá chamar as meninas e já voltamos, não vão antes da gente chegar, ein? — Chaz sorriu, e foi puxar o Ryan, os dois saíram e eu me joguei no sofá.
— Ficou louca? — Justin disse me dando um tapa leve na cabeça.
— Ai! Não, não fiquei louca. Depois que essa história de estarmos namorando começou nós nunca mais saímos com eles... — eu me expliquei sorrindo. — Sinto saudades de quando a gente era tipo, muito unido e coisa e tal.
— Ah... Mas e aí? — ele se jogou no meu lado no sofá. — Eles vão cobrar carinhos e mimos, e com certeza lá vai ter paparazzis, então... O que a gente faz?
— Nada, sei lá, fala pra eles que eu não quero que saibam que a gente tá namorando, ou sei lá. Acho que eles vão entender.
— É o que espero.
— Eu também.
Ficamos esperando por quinze minutos e eles não apareceram, e então escrevemos um bilhete e fomos sozinhos para lá. Ficamos andando por lá até o fim da tarde (porque eu fiquei cegada pela quantidade enorme de flashes que vinham em nossa direção).
— Odeio paparazzis — eu sussurrei baixinho no ouvido do Justin, escondida atrás dele.
Justin riu. Sério, ele riu.
— Você tem que se acostumar, sorria e acene — ele disse ainda rindo.
— Por acaso você é um dos pinguins de Madagascar? — eu também ri.
— Não, você é?
— Sou. Nhac!
— Meu Deus, você é muito idiota.
— Sou menos que você — eu disse mordendo o ombro dele e saindo correndo.
Ele saiu correndo atrás de mim, e atrapalhou duas mulheres que estavam tentando ver se era mesmo Justin Bieber, os paparazzis não correram atrás de nós só tiraram algumas fotos enquanto corríamos, mas Justin é mais rápido que eu e me alcançou em pouco tempo, pegando pela cintura e mordendo meu braço.
— Para de me morder! Eu só te mordi uma vez — reclamei enquanto ele não parava.
— Tá. Vamos voltar pra casa, tudo bem? — ele disse me pegando no colo e me levando até onde tínhamos deixado o carro, mas não prestei muita atenção, porque fiquei olhando para o rosto dele.
Quando chegamos em casa, até minha mãe estava ali comendo pizza com todo mundo, falei "oi" para todo mundo e depois fui para a sala de cinema me jogando no sofá. Justin chegou alguns minutos depois com dois pedaços de pizza na mão.
— Valeu — eu disse pegando um dos pedaços da mão dele.
— De nada — ele disse se sentando ao meu lado.
Eu e ele ficamos deitados um do lado do outro e colocamos num canal de filmes, e assistimos a Irmão Urso. É impossível não amar esse filme, estava quase no meio do filme quando Justin colocou a cabeça na minha coxa e ficou ali deitado, assistindo revirei os olhos e continuei a assistir. Quando o filme acabou Justin estava roncando, e minhas pálpebras estavam começando a pesar. Me encostei no quadril dele e também comecei a dormir. OBS: a bunda dele, é macia.
Acordei no dia seguinte com Justin falando "bom dia" e acariciando meu cabelo, ouvimos um barulho vindo da cozinha e fomos ver o que era, uma mulher loira magra estava fazendo waffles, e uma jarra suco de laranja no final estava posto na mesa. A mulher se virou e disse um "oi" tímido, reparei que Justin ficou olhando para os seios dela, porque eram grandes. Cutuquei-o com o ombro e revirei os olhos para ele.
— O que é? — ele sussurrou. — Oi, quem é você? E cadê o povo?
— Desculpa, ele é mal-educado mesmo... — eu disse sorrindo.
— Tudo bem — a mulher sorriu, mostrando dentes levemente tortos. — Eu sou a Lilian, mas por favor, me chame de Li. Os garotos e sua mãe saíram faz algumas horas, não queriam incomodar vocês.
— Eles nunca querem... — Justin disse, indo até a mesa e colocando suco de laranja num copo.
— Ah, mas até eu tenho que admitir que vocês estavam lindinhos dormindo — Li colocou dois waffles em cada um dos pratos a mesa, e colocou a cobertura, me sentei ao lado de Justin, e comi um pouco, nunca tinha comido waffles na vida, e era bom.
— Que delicia — Justin disse.
— Que bom que gostaram — Li sorriu, limpando as mãos no avental e o tirando.
Olhamos enquanto ela lavava a mão e depois subia para arrumar os quartos. Nos entreolhamos e demos de ombro continuando a comer, depois que terminamos fui tomar banho, e me surpreendi com o meu quarto arrumado: as coisas estavam todas arrumadas, inclusive minha cama. Entrei no banheiro e as toalhas não estavam todas emboladas como normalmente a deixo. Tenho que agradecer a Li depois, Justin me falou que ele odiava ter empregadas, mas que era necessário mas ele não achava nenhuma.
Peguei um shorts curto, e uma camiseta escrito "love me or die" joguei a roupa na cama e fui para o banho. Quando saí Justin estava sentado na minha cama mexendo no meu celular. Dei um grito.
— Não precisa gritar — ele disse revirando os olhos. — Sua senha é minha data de nascimento, me ama demais.
— E daí? A sua senha também é meu aniversário, mas você tirou a senha — sorri, e peguei a minha roupa, entrando no banheiro de novo.
— Mexe muito no meu celular, me ama — Justin falou baixinho.
— Amo nada, nem um pouquinho — eu gritei do banheiro enquanto colocava a roupa.
Saí do banheiro e me dei de cara com o Justin fazendo biquinho e me olhando com uma cara de cachorrinho sem dono.
— Nem um pouquinho? — ele perguntou e eu fiz que não com a cabeça. — Nossa, nem um pouquinho? Sério mesmo?
— Nada, nem um pouquinho — menti e cheguei perto dele, apoiando a mão na cintura dele.
— Ama sim, ama muito até — ele agarrou minha cintura e pulou de costas na cama. — Não ama?
— Não — respondi me virando para sair de cima dele.
— Mas eu te amo — ele disse sorrindo.
— Prova então — dei risada.
— Demorou, desce lá, vamos jogar vídeo-game, vou deixar você ganhar — ele também riu e nós descemos correndo.
Lia estava varrendo a sala de cinema, e nós dois fizemos biquinho saindo de perto quando ela fez um gesto para sairmos da sala, me joguei no sofá e ele começou a fazer cócegas em mim.
— Ah, para! Por que você sempre faz isso? — eu disse entre risadas.
— Porque é legal — ele disse também rindo. — Só vou parar quando você admitir que me ama.
— Mas eu não... te amo — fiquei dando socos no ar, tentando faze-lo parar — Para!
Ele fez que não com a cabeça.
— Argh! Tá bom, para. Eu te amo, Justin Drew Bieber, agora para de fazer cócegas em mim — assim que eu disse ele parou na hora. — Obrigada.
— De nada — ele disse se inclinando e me dando um beijo na bochecha bem melado.
Limpei a bochecha com a mão, o que o fez rir, e murmurei "eca" umas centenas de vezes. Li saiu da sala, e eu e ele fomos correndo para lá jogar vídeo-game, jogamos o que estava lá. Mortal Kombat.
Eu ganhei, mas sabia que ele estava deixando eu ganhar porque ele mexia no controle apenas poucas vezes. Estava ficando com raiva.
— Joga direito! — eu disse elevando a voz.
— É minha prova de amor, meu orgulho por sua felicidade — ele disse com um sorriso.
— Não, é meu orgulho, porque se eu ganho porque você deixa, ai você se acha superior falando que eu não sou melhor que você no vídeo-game, o que ambos sabemos que não é verdade.
— Mas eu sou melhor que você — ele disse pegado o controle da minha mão e se deitando.
Fui tentar pegar dele, mas meu corpo se caiu sobre o dele, e ficamos com a cara a apenas alguns centímetros de distância. Fiquei olhando nos olhos dele, e sorri. E então meu corpo começou a formigar, me acordando de um transe e me levantei.
Justin.
— É minha prova de amor, meu orgulho por sua felicidade — eu disse sorrindo.
— Não, é meu orgulho, porque se eu ganho porque você deixa, ai você se acha superior falando que eu não sou melhor que você no vídeo-game, o que ambos sabemos que não é verdade.
— Mas eu sou melhor que você — eu disse pegando o controle da mão dela e me jogando no sofá.
Ela tentou pegar o controle de mim, mas então o corpo dela caiu sobre o meu e ficamos cara-a-cara com apenas alguns centímetros de distância. Sorri, enquanto ela olhava nos meus olhos, aquela sensação era boa. E então ela se levantou, acabando com todo o formigamento que tinha envolvido meu corpo inteiro.
Mordi os lábios olhando enquanto ela saia de perto de mim, e então comecei a pensar se eu estava gostando dela, ou se isso era apenas sintomas dos nossos personagens de que estamos namorando. Não, Justin você não pode se apaixonar por ela. Qual é cara, ela é sua melhor amiga, se acontecer alguma coisa, a amizade acaba e fim, você vai se arrepender para sempre, minha mente gritava, e eu realmente concordava. Estávamos nos fingindo de namorados a dez dias, e isso não tinha atrapalhado em nada até agora.
— Carol, Justin, a Caitlin e o Chaz estão aqui e parecem um pouco... ahn... chateados, Caitlin quer falar com o Justin — Li disse, colocado a cara sobre uma fresta na porta.
— Tá, valeu Li — eu disse sorrindo.
Chaz entrou na sala, e se sentou do lado de Carol, e então os dois começaram a conversar. Entrei no quarto em que Caitlin estava, e ela estava chorando com um travesseiro na cara. Corri até ela, e me sentei ao seu lado.
— Ei, Cait, o que houve? — perguntei, puxando o travesseiro de leve.
— O Chaz... Ele... Ele... — ela sorriu entre lágrimas. — Ele me pediu em namoro, e tal, e eu não respondi, eu sei, sou uma idiota.
— Não, não é — peguei na mão dela. — Você tem que pensar, essas respostas não aparecem do nada, como acontece em filme. Você tem que pensar antes de aceitar, ao menos que você realmente ame a pessoa.
— Mas... eu amo ele — ela mergulhou a cabeça em meu peito e eu a abracei.
— Então por que não aceitou? — disse puxando um pouquinho o corpo dela de perto do meu.
— Porque eu não sei se ele me ama.
— Então você está com medo que ele não te ame — revirei os olhos sorrindo. — Cait, relaxa, Chaz já é apaixonado por você faz um tempo.
— Tem certeza? — ela sorriu apertando minha mão.
Assenti, o que a fez exibir lindos dentes brancos, enquanto ela secava as lágrimas com as costas da mão.
— Mas e você e a Carol? Sei que vocês dois se amam, mas não estão namorando — ela sorriu. — Não sou tão burra assim, Justin.
— Eu sei que não é — ri de mim mesmo. — Acho que realmente gosto dela, mas não...
— Não sabe se ela sente o mesmo, eu sei — ela sorriu e mexeu nos cabelos compridos. — Acho que ela sente sim, só não admite.
Eu ri, Carol, gostando de mim, como namorado. Até parecia uma piada. E então por um momento senti como se ela fosse a garota para quem eu escrevi Boyfriend.
— O que foi? O que se passa na sua cabecinha, garoto apaixonado pela melhor amiga?
— Caroline...
— Normal, isso é normal — ela sorriu. — Pede ela em namoro.
— Não sei, Cait — me joguei na cama com os braços estendidos.
— Só... Tenta, ela gosta de você, eu sei disso, é impossível não gostar de você — Caitlin disse sorrindo, depois me deu um beijo na bochecha e saiu correndo para a porta. Segui ela, e ela estava abraçada com Chaz beijando-o.
Sorri, e entrei na sala de cinema, Carol estava deitada no sofá com os olhos fechados. Pulei em cima dela. E ela gritou.
— Idiota! Você é insuportável e retardado — ela gritou, me dando soquinhos no braço.
— Também te amo — eu sorri.
— Quem disse que eu te amo? — ela perguntou cruzando os braços.
— Eu — tirei uma mexa de cabelo que estava grudada em seu rosto. — Precisa de mais alguém falando?
— Sim, de mim. O sentimento é meu — ela sorriu.
Alguém limpou a garganta atrás de mim e eu me virei para ver quem era. Caitlin e Chaz estavam de mãos dadas, e sorrindo.
— Oi, a gente vai sair, se vocês quiserem ir com a gente...
Assentimos, e então fomos com eles, estávamos a pé, eu e Chaz compramos sorvetes para as meninas e para nós e então continuamos a andar pela praia. Eu e Carol mais perto do mar, e Chaz e Cait mais longe. Carol passou o dedo no sorvete passou no meu nariz, e saiu correndo. Saí correndo atrás dela.
Consegui alcançar ela e a peguei no colo, já que meu sorvete tinha caído no chão no meio do caminho. Sorri pra ela, e deixei nossos rostos bem próximos um do outro.
— Nunca. Mais. Faça. Isso — eu disse pausadamente. — Infância se foi a muito tempo.
Ela colocou o sorvete na minha testa e sorrindo disse:
— Tá bom unicórnio — ela se inclinou e me deu um beijo na bochecha.
Revirei os olhos, e levei-a de volta pra casa no colo, depois que Chaz e Cait falaram para nós voltarmos para casa. E tive que ouvi-la reclamando que tem pernas.
— E aí, Justin como é ser um unicórnio? — ela perguntou assim que chegamos em casa.
— Talvez um dia você possa me dizer como é — sorri colocando-a no chão.
Ela entrou no quarto dela e pegou o MacBook, e depois entrou no twitter, fiquei olhando por sobre o ombro dela. Havia algumas garotas pedindo pra ela falar algumas coisas pra mim, outras perguntando como é ser a minha melhor amiga, e ela respondia. E depois se virava e mandava o recado para mim. Uma menina perguntou se eu e ela estávamos namorando, e ela respondeu "hahahaha, não. que sonho!" só não entendi em qual sentido ela quis dizer que era um sonho.
— Justin, sério, você namoraria comigo? — ela perguntou se virando para trás e se apoiando em uma das mãos.
— Se eu gostasse de você desse jeito, sim. E você, namoraria comigo? — disse sorrindo.
Ela não respondeu e se virou, postando alguma coisa no twitter em português, e fechando o computador, depois ela se deitou com a cabeça no meu colo.
— Você não respondeu minha pergunta — comecei a acariciar o cabelo dela.
— Ah... não sei — ela sorriu.
Obrigado Carol, ajudou muito, pensei tentando sorrir, não quero que ela pense que eu estou decepcionado ou algo assim.
Me deitei ainda acariciando o cabelo dela, e depois de ficar um bom tempo pensando no que Cait havia dito, sobre ela também gostar de mim, dormi, com ela. Mas já me acostumei com isso.
olá coisinhas deliciosas. como vão vocês? haha, então o que estão achando da IB? comentem, pfvr ok? posto o resto com no minimo 8 comentários, haha n vou abusar s2 amo vocês negões.
AMO sua IB !!esse capitulo ficou legal mas o outro ficou melhor pq era perfeito ,posta o mais rapido possivel por favor estou curiosa demais haha bjustin @BieberMyWorld_ >.<
ResponderExcluircara sua IB é mt perfeita, mas acho que voce deveria postar os capitulos um poquin mais rapido ! é uma das melhores ibs que eu leio HAHA leita fiel *--*
ResponderExcluiraaaaaawn continua logooo
ResponderExcluirAmor amei o capitulo, parabéns!!!!! Sua IB é uma das minhas favoritas é mt perfeita. Bjs
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