terça-feira, 24 de abril de 2012

Boyfriend (Quarto capitulo)

       No dia seguinte foram postadas as fotos do Justin me ensinando a andar de skate, e foi bem engraçado, quando eu invadi o Twitter dele pelo o celular, e vi meninas brasileiras, e americanas perguntando quem era a garota, e claro que também tinham as garotas que falavam que era elas, quando Justin viu que eu estava no Twitter dele logo arrancou o celular da minha mão. O dia passou rápido, e foi engraçado, eu e Justin ficamos na piscina o dia inteiro, e depois fomos a um restaurante francês com minha mãe, Scooter e a noiva dele. Ah e quase me esqueci do Kenny que está sempre com o Justin.

          Já faziam três semanas em que eu estava em LA, e minha mãe ainda não havia se decidido em qual casa comprar, Justin tinha viajado no final de semana passado, e eu estava muito solitária por não ter ninguém para implicar, mas ele chegaria hoje à tarde, e isso era bom. 
           Fiquei jogando vídeo-game, mas não consegui fazer isso sem pensar no Justin, e na dancinha ridícula que ele fazia quando ganhava de mim, então resolvi ficar no twitter, mas então o idiota tweetou "backing to LA". 
          Abri as fotos de quando o Justin foi me ensinar a andar de skate, e comecei a rir, quando percebi que eu tinha me escondido atrás dele. 
           Que droga, não consigo fazer mais nada sem pensar nele, pensei e comecei a dar risada.

          De noite quando Justin chegou em casa, com Scooter, Kenny, e uma mulher morena — que eu acho que já vi fotos dela de quando entrei no quarto de Justin — me segurei para não pular no colo dele e o abraçar forte, então só baguncei o cabelo dele qual é, eu senti falta de xingar ele pessoalmente. E pelo telefone não é a mesma coisa.
           — Oi Carol — ele sorriu e apontou para a mulher. — Essa é minha mãe, ela vai ficar um pouco com a gente, porque Scooter e sua mãe estão precisando de ajuda com algumas coisas. 
           — Oi — eu disse cumprimentando a mãe dele. — Por que tá feliz, Bieber? 
           — Voltei pra casa — ele piscou pra mim, virando o rosto. — E você por que tá feliz?
           Porque você voltou, e agora tenho a quem xingar, e quem me levar pro shopping, porque essa casa é um tédio, eu pensei mas não disse, apenas ignorei a pergunta e ri. 
         — Bem, Carol, certo? — a mãe dele deu uma risadinha. — Justin não parou de falar em você a viagem toda.
           Justin corou, e eu dei risada. 
         — Essa peste falou de mim? — eu disse pulando em suas costas pra bagunçar o cabelo dele, o que eu sei que o irritava, mas dessa vez ele ficou parado, sorrindo. — É tudo mentira, se ele tiver falado mal.
          Ela deu um sorrisinho, e depois entramos em casa, Justin me chamou pra ir lá em cima ajudar ele com as malas, e eu fui lá, ele tinha separado uma mala gigante.
         Todos entraram e foram pra cozinha, onde minha mãe estava fazendo alguma comida brasileira. A mãe de Justin — cujo eu ainda não sabia o nome — ia dormir em um quarto em frente ao quarto de minha mãe.
           — Qual o nome da sua mãe? — perguntei enquanto Justin saia do banheiro.
           — Pattie — ele disse, e se sentou ao meu lado na cama.
           Ele ficou me olhando com curiosidade, e eu dei risada.
           — Senti falta de você, bebezão — eu disse bagunçando o cabelo dele.
         — Também senti sua falta, ahn... Não tenho apelidos pra você — ele disse e eu ri, ele era muito idiota.
         Descemos e fomos pra cozinha comer, Justin repetiu o prato duas vezes, a comida brasileira que minha mãe tinha feito.
          — Não te deram comida por lá, cachorro faminto? — eu perguntei dando risada e levando meu prato até a pia.
           Minha mãe limpou a garganta e apontou para Pattie com a cabeça, e então eu logo me arrependi das palavras que usei.
           — Deram, só que eu sou um cachorro faminto — ele disse com um sorriso irônico.
           — Eu... É... Me desculpe — eu disse envolvendo meu corpo com os braços e saindo do recinto.
           Me joguei no sofá da sala de cinema, e logo depois Justin entrou lá, pegando o controle do vídeo-game.
           — Senti falta disso — ele disse e eu respondi com um sorriso. Ver ele jogar me deixou com tédio e muito cansada, subi as escadas, tomei banho e fui me trocar, coloquei meu pijama, que era um shorts bastante curto roxo e uma regata que ficava colada no corpo verde fluorescente.
           Depois que terminei de me trocar, liguei a televisão e me deitei na cama me cobrindo, sorri quando vi uma reportagem falando "Bieber é visto ensinando garota misteriosa a andar de skate...", não esperei o cara terminar de falar e logo dormi.

Justin.

           Chegamos em LA, e um motorista nos levou até minha casa, eu estava feliz de voltar pra casa e ver a carinha de Carol implicando comigo, e minha mãe iria ficar conosco até o final do mês, sem contar que em três dias Chaz, Ryan, Caitlin e Chris virão pra casa. Ah, quase me esqueci, Ivy e Trace virão também.
           — Mãããããe — eu disse me deitando no colo de minha mãe. — Eu te amo. 
           Minha mãe deu risada e me tirando do colo dela disse:
           — Eu também te amo, Justin — ela disse e eu sorri. 
           Fiquei falando de Carol pra ela, e de como ela é insuportável, pra que ela chegasse lá e já soubesse o que teria que aturar em morar em minha casa, mesmo que só por alguns dias.

           Chegamos em casa, e eu entrei em casa, vi que Jennifer estava fazendo comida na cozinha e gritei o nome de Carol, que quando me ouviu veio correndo e bagunçou meu cabelo.
           — Oi Carol — eu disse com um sorriso e depois apontei para minha mãe com o polegar. — Essa é minha mãe, ela vai ficar um pouco com a gente, porque Scooter e sua mãe estão precisando de ajuda com algumas coisas.
           Ela se virou para minha mãe e com um sorriso que eu deduzi bastante feliz disse:
           — Oi — ela sussurrou alto. — Por que tá feliz, Bieber? 
           — Voltei pra casa — eu pisquei e virei o rosto, olhando para a sala de cinema vazia. — E você, por que tá feliz? 
           Ela revirou os olhos e deu uma risadinha, terminada com um sorriso, sorri também.  
         — Bem, Carol, certo? — minha mãe disse com uma risada nervosa. — Justin não parou de falar em você a viagem toda.
           Acho que corei, pois senti um calor em minhas bochechas.
         — Essa peste falou de mim? — ela disse e pulou em minhas costas, bagunçando meu cabelo. — É tudo mentira, se ele tiver falado mal.
           Minha mãe sorriu, e eu chamei Carol pra me ajudar a desfazer minha mala. Ela subiu as escadas comigo, e me ajudou a desfazer, de algum jeito ela já sabia onde ficavam todas as minhas coisas.
           — Qual o nome da sua mãe? — Carol perguntou assim que me viu saindo do banheiro.
           — Pattie — sentei ao lado dela na cama e fiquei olhando-a.
           — Senti falta de você, bebezão — ela disse rindo e bagunçando o cabelo dele.
           Agora vai virar hábito ela bagunçar meu cabelo? Credo, que garota irritante.
         — Também senti sua falta, ahn... Não tenho apelidos pra você — ele disse e eu ri, ele era muito idiota.

         Descemos e fomos pra cozinha comer.
          — Não te deram comida por lá, cachorro faminto? — Carol perguntou rindo, e levando o prato até a pia, quando viu que eu estava repetindo o prato pela segunda vez.
           Qual é, comida brasileira é muito boa.
           A mãe dela que estava ao meu lado limpou a garganta.
           — Deram, só que eu sou um cachorro faminto — eu disse com um sorriso irônico.
           — Eu... É... Me desculpe — ela disse envolvendo o corpo com os braços e saindo da cozinha.
           Depois que terminei de comer fui para a sala de cinemas, peguei o controle do vídeo-game e liguei a televisão.
           — Senti falta disso — eu disse e comecei a jogar, ela sorriu, mas logo subiu pro quarto dela.
          Dei de ombros e, continuei jogando. O sono bateu, e eu subi, mas antes de ir pro meu quarto dei uma passada no quarto de Carol, ela estava dormindo abraçada no travesseiro, sorri com a cena. Depois fui falar com minha mãe e subi pro meu quarto, tomei banho e coloquei só uma cueca box, estava calor.

           Quando acordei fui pra cozinha, e tomei meu matinal suco de laranja, depois coloquei cereal e leite num pote e fiquei comendo, quando terminei o joguei na pia e fui para a sala de cinema, quando o grito de Carol me interrompeu.
           — Que nojo Justin! — ela disse e eu olhei pra ela.
           — Nojo do que? — perguntei sem entender nada.
         — Você. Andando só de cueca pela casa! Não sou obrigada a ver isso! — ela gritava, sorte que nossas mães já tinham ido trabalhar, se não ela acordaria todo mundo.
          — Como você é chata. Vai me falar que não gosta de olhar pra minha bunda sexy? — eu disse rindo, mas ela hesitou e inclinou um pouco a cabeça.
           — Não, não gosto — ela finalmente disse.
           Eu dei de ombros.
         — Tá bom, vou vestir a calça — eu disse subindo as escadas, quando passei do lado dela ela se encolhei como se não quisesse que eu encostasse nela.
           Entrei no meu quarto e coloquei uma bermuda jeans e uma camiseta vermelha escrito "SWAGGER BOY", e depois desci as escadas.
           — Melhorou? — perguntei quando a vi saindo da cozinha.
           — Sim — ela sorriu. — Ei, vamos fazer alguma coisa? Cansei de ficar na sua casa.
           Assenti com a cabeça e fui pegar a chave do carro, quando vi o que ela estava usando, um shorts tão curto que aparecia uma parte da bunda dela roxo, e uma regata tomara que caia.
           — Não vai se trocar? — eu olhei pra ela com curiosidade.
           Ela fez que não com a cabeça e depois olhou para si mesma, com um sorrisinho tímido ela subiu as escadas correndo.
           Quando ela desceu estava usando um vestido vermelho, de busto branco, e uma sapatilha branca, com alguns detalhes em vermelho. O cabelo dela estava solto e bagunçado ao mesmo tempo, com um topete feminino de lado.
           — Você tá linda — eu disse rindo.
        Até parecia que estávamos indo a um baile escolar, e não a qualquer lugar. Ela deu um sorriso e murmurou "obrigada", fomos para um dos meus carros e depois fomos para uma balada que estava tendo perto de Long Beach.
           — Ei, a gente podia vir surfar aqui um dia — ela disse e eu assenti.
          Eu não sabia surfar muito bem, e nem ela, pelo o que eu sabia. Mas eu sabia o principal motivo disso: ela queria ver os surfistas sem camisa. Dei risada, e entramos na festa.
           — Já ficou bêbado, Bieber? — disse uma garota que se estava ao nosso lado.
           — Ahn... Sim — hesitei antes de dize-lo.
           — Uuh, Justin Bieber bêbado — a garota disse.
           — Acho que eu me mataria pra ver isso — Carol completou.
           — Acha? Eu tenho certeza — disse outra garota.
           Olhei pra Carol com uma sobrancelha erguida, ela cruzou os braços e também ergueu a sobrancelha, depois com uma risadinha ela disse:
           — Ele não é capaz de fazer isso — e depois se virou para as meninas. — Ele é santo demais.
           Dei risada, ela nem bebeu e já não estava falando coisa com coisa. Isso que dá trazer menores para festa de maiores de 18 anos.
       As duas meninas desapareceram, e depois voltaram com quatro copos de vodca, ou tequila, entregando um a mim, e um a Caroline.
           — Você não vai beber isso — eu disse pegando o copo da mão dela.
           — E quem é você? Meu pai? — ela disse e pegou o copo de minha mão, virando em segundos.
           Dei de ombros e fiz igual ela, depois começou a tocar He said, she said da Ashley Tisdale, e ela me puxou para a pista de dança, começamos a dançar.
          Ficamos dançando, até as duas garotas chegarem ao nossos lados e perguntarem se podiam se juntar a nós. Eu disse que sim, e ficamos dançando várias músicas num amontoado de gente.
        — A propósito meu nome é Natalie — a morena de olhos verdes disse, e apontou para a ruiva, também de olhos verdes —, e essa minha melhor amiga Jessica.
         Assenti, elas já sabiam quem eu era, e Carol já havia se apresentado também. Jessica chegou mais perto de mim, mais perto e pegando na minha cintura ela disse:
           — Você ão é tão mole quanto pensei — ela disse me beijando.
           Não fechei os olhos, mas retribui o beijo, olhei de canto de olho para Carol que tinha ficado imóvel, e pude ver um pouco de ciúmes nos olhos dela, mas logo ela sorriu.
           Comparei ela com Natalie e Jessica, ela era com certeza mais bonita, e mais baixinha, tudo bem que as meninas estavam de salto, enquanto ela usava apenas uma rasteirinha, mas ela ainda era menor que as duas.
         Dei risada, quando Jessica me soltou. As duas foram pro bar novamente, e eu fiquei apenas com Carol.
           — Acho que alguém arrumou uma nova namoradinha — ela disse e eu dei risada.
           — Lógico que não — eu sorri. — Só nos beijamos, isso não é nada comparado pelo o que eu sinto por vo... Uma garota aí — tentei desviar.
         Por que diabos eu disse aquilo? Eu não sentia nada por ela, ou sentia? Nem consigo mais pensar, depois de ter dito isso.
         Mas por sorte Carol é meio lerda, e não entendeu o que eu disse. Natalie e Jessica voltaram com quatro garrafas de cerveja, e como antes deram uma pra cada um de nós. Bebemos, e depois Jessica me puxou pra um canto, olhei pra trás e vi Carol dançando com Natalie. Dei de ombros, e pressionei Jessica contra a parede, beijando-a.
          — Selvagem — ela disse entre um intervalo. — Gosto disso — ela puxou minha camisa, colando meu corpo com o dela novamente.
           Acho que estava precisando beijar alguém.

Caroline.

           — Que droga, cadê a Jessica e o Justin? — Natalie disse, pegando minha mão e me puxando.
           — E eu lá vou saber? Devem estar se comendo no banheiro — eu disse isso e um arrepio subiu em mim, igual na hora em que vi Jessica beijando Justin. 
           Natalie riu, e saímos da casa de festa. Vimos um movimento os dois se beijando em cima do capô do carro de Justin.
           Chegamos mais perto dele, e eu dei um tapa na cintura dele.
          — Credo garoto, você tem dinheiro pra pagar motel — eu ri. — Não precisa ficar comendo a garota no capô do carro. Sorte sua que não veio nenhum paparazzi, ainda.
         Quando eu disse aquilo, ele saiu de perto de Jessica, e sorriu pra mim, como se eu estivesse certa. Olhei pra eles e revirei os olhos, ao invés disso, fui para a praia, e me sentei nos degraus da cadeira do salva-vidas. E então me lembrei da música Overboard do Justin e sorri. 
            — Acho que estou me tornando uma Bieberzete — eu disse a mim mesma, e um garoto que estava só de bermuda olhou pra mim. 
           — Bieberzetes? Não seriam Beliebers? — ele disse e riu. — Sou Stark, desculpa interromper seus pensamentos.
           — Carol, não interrompeu — eu disse e sorri.
           Ele era muito gostoso, tipo o Christian, só que um pouco mais alto, e moreno, com o cabelo cor de preto, um piercing no nariz. 
           — Ótimo — ele disse e foi comigo conversando até Justin que tinha me chamado. — Oi, Justin.
           — Oi — Justin disse enrugando a testa. 
           Me contive para não rir. Jessica estava arrumando a blusa que tinha ficado bastante abarrotada por causa de Justin que quase a engoliu. 
           Meu celular tocou, e só então me toquei que ficamos a tarde inteira dentro da casa de shows. 
           — Alô? — eu disse.
           — Filha, onde você está? — minha mãe praticamente gritou. 
           — Calma, tô com o Justin em Long Beach, estamos voltando pra casa. 
           — Tudo bem, mas venha logo — ela disse e eu assenti. 
         Desliguei o celular e avisei a Justin, para irmos embora, as meninas pediram carona, e Stark só me pediu o número do meu celular, dei para ele e depois fomos pra casa.
       Deixamos as garotas em uma casa perto da de Justin, e ele disse para elas passarem lá quando quiserem, revirei os olhos, ele era muito atirado.
           — Passe lá quando quiserem — eu disse imitando a voz de Justin. — Ah, por favor né?
           — Que foi? Ciúmes? — ele disse e eu quase engasguei com minha própria saliva.
           — Ciúmes? De você? Ahn... Só quando uma criança nascer com asas — eu ironizei a frase.
           Ele suspirou e depois sorriu.
           — E você e aquele garoto?
           — Quem? Stark? O que tem ele? 
           — Vocês ficaram? — ele disse rindo.
           Revirei os olhos e dei de ombros, depois ri também. Quando chegamos em casa minha mãe e Pattie que estavam no sofá da sala de visitas nos fuzilaram com os olhos.
           Mordi minha língua para não rir da situação, minhas mãe sempre reclamava que eu era uma antisocial e agora reclama, por eu ficar fora de casa o dia inteiro. Agora eu entendo o que minhas amigas do twitter queriam dizer com "minha mãe é bipolar".

Ahá, esse foi maior que os outros *-* espero que tenham gostado (: eu achei um pouco engraçado, haha mas eu sou idiota, então pra mim até uma reta torta é engraçado -kidding boooom, como eu disse, vou começar a postar pela quantidade de comentários, quando chegar a 5 comentários, eu posto o quinto, mas já deixo avisado que já escrevi ele, haha *-* então bora comentar, e divulgar, se quiserrem os próximos capitulos, pra falar comigo, já sabem só comentar mesmo, ou mandar tweet (@vodkabetter), se pá mandem pro meu e-mail (julianademello@live.com), do jeito que quiserem, mas não deixem de mandar opiniões, tô sempre lendo! ps: postei só pra n deixar vcs curiosos, haha ;)

5 comentários:

  1. Ta MTOOOOO perfeitooo
    Continua logo por favor

    ResponderExcluir
  2. Stark amei o nome haha

    ResponderExcluir
  3. Taa liindo minha bbê haha contiinua @Clara_Biebs18th

    ResponderExcluir
  4. Haha agr com meu comentario deu cinco posta logo o prox. OMB TA PERFEITAAAA @Clara_Biebs18th

    ResponderExcluir