Fui ao shopping com o Justin, e quando voltamos minha mãe ainda não estava em casa, presumi que ela estava com Scooter, que também não atendia o telefone, me despedi de Justin e fui para o meu quarto.
E essa é a última coisa que me lembro, desde a hora em que acordei e Justin estava acariciando o meu cabelo, o que me trouxe a última memória que eu tinha do meu pai a tona, e eu começasse a chorar, lembro-me que Justin foi até mim e perguntou se eu estava bem, só isso. Mais nada, não me lembro se eu dormi depois, se Justin ficou lá em cima comigo, ou fez qualquer outra coisa, só me lembro de quando voltamos do shopping, e fiquei com raiva de mim mesma. Qual é, eu queria me lembrar.
Acordei naquele dia e fui para a cozinha, estava com sede, não tinha ninguém na cozinha, o quarto de Justin estava vazio, e já tinha passado da hora de minha mãe ir pro trabalho. Ótimo, eu estava sozinha em casa, e por mais que aquela casa fosse grande, não tinha nada pra fazer. Resolvi ir comprar o chip do meu celular, pensei em deixar um bilhete, mas presumi que não ia demorar tanto.
Comprei o chip, e depois parei no supermercado, pra comprar algumas Sour Patch Kids¹, que eu sempre falava pra minha mãe comprar.
(¹*Sour Patch Kids é o doce preferido do Justin)
Cheguei na casa do Justin, e ele estava lá fazendo um telefonema parecendo desesperado.
— Quer me matar de susto garota? — ele disse e chegou perto de mim pra um abraço.
— Me larga! Por que eu iria te matar de susto? Você não se preocupa comigo.
— E agora você lê meus pensamentos? — ele chegou mais perto, segurando meu queixo. — Você tá bem? Quer dizer... Depois de tudo o que aconteceu ontem, você ainda é grossa comigo?
O que aconteceu antes? Me explica, por favor, acho que estou com amnesia ou algo assim, mas é claro que eu não falei isso. Orgulho é forte demais.
— Não aconteceu nada ontem — eu disse abrindo o meu pacote de SP Kids. — Foi só coisa do momento.
Eu acho, completei na minha cabeça. E as palavras fluíram na minha mente, mesmo sem eu nem saber sobre o que eu estava falando.
— Eu estava triste — eu coloquei um SP Kids na boca. — Você só me ajudou a superar aquilo. E nem era sua obrigação.
— Por isso mesmo, não era minha obrigação — ele disse com raiva. — E eu o fiz! Por que você tem que ser tão fria e não me dar os créditos pelo o que eu fiz por você? E ainda sem mesmo você pedir?
Porque eu sou orgulhosa, quis dizer, mas por esse mesmo motivo revirei os olhos e subi para o meu quarto, me jogando na cama e respirando fundo.
Agradeci por Justin não ter ido atrás de mim, eu precisava de tempo pra pensar. Mas eu não conseguia me lembrar de nada, e sabia que havia vestígios do que tinha acontecido no meu subconsciente. Mas eu não conseguia me lembrar, de nada.
Desci as escadas, e Justin estava jogado no sofá da sala de visitas olhando para o teto, e jogando uma bola de basebol fazendo ela quicar entre sua mão e o teto.
Pensei em me desculpar, mas quando tentei fazer travei. Peguei o livro de Jogos Vorazes e me sentando ao lado de Justin comecei a ler, ele virou o rosto, e viu que eu estava sentada ao seu lado, ele se sentou e ficou me fitando com os olhos.
— O que foi? — eu praticamente gritei.
— Você é... E-eu não te entendo, sério — ele disse passando a mão pelo cabelo bagunçado. — Fi-co me perguntando sobre o que você está pensando toda hora, e mesmo quando está...
— Não tente me desvendar, sou um mistério até para mim mesma — eu disse revirando os olhos e dedicando toda minha concentração no livro em que eu estava lendo.
Ele suspirou alto, e pude vê-lo revirando os olhos e depois ele pegou o livro de minha mão.
— Não quero brigar com você! Aqui é a minha casa, eu mando nessa porra — ele explodiu. — Você e sua mãe podem ficar aqui o tanto que quiserem, desde que você pare de me tratar como lixo, porque eu sou a mesma merda que você é.
— Ui, ele ficou estressadinho — eu disse rindo. — Dá pra me devolver meu livro?
Ele revirou os olhos e me devolveu o livro, depois ele bateu a porta da casa, e o vi sentando no degrau de entrada, ainda jogando aquela bolinha irritante.
— Já vai tarde, meu bem — eu disse, e me afundei no livro, apenas lendo-o.
Justin.
Estava distraído com minha bolinha, quando sinto uma presença se sentando ao meu lado. Era Caroline, fiquei fitando-a.
— O que foi? — ela gritou se virando para mim.
— Você é... E-eu não te entendo, sério — eu disse esperando que minha voz não tivesse soado tão insegura como soou em meus ouvidos. — Fico me perguntando sobre o que você está pensando toda hora, e mesmo quando está...
— Não tente me desvendar, sou um mistério até mesmo para mim mesma — ela me interrompeu, revirando os olhos e recomeçando a ler o livro.
Suspirei alto e revirei os olhos, essa garota é insuportável. Peguei o livro da mão dela e explodindo, eu disse no tom mais calmo que pude:
— Não quero brigar com você! Aqui é a minha casa, eu mando nessa porra — me arrependi pela palavra usada, mas dava a intensidade que eu queria para a frase. — Você e sua mãe podem ficar aqui o quanto quiserem, desde que você pare de me tratar como lixo, porque eu sou a mesma merda que você é.
Realmente não sei porque disse aquilo, mas não aguento mais fazer tudo o que posso para ser um bom amigo para ela, e ela ser rude comigo.
— Ui, ele ficou estressadinho — ela disse rindo, e com um sorriso irônico demais no rosto. — Dá pra me devolver meu livro? — ela levantou a mão, revirei os olhos e entreguei o livro a ela.
Fui até a porta de entrada, e dando uma ultima olhada para ela saí de casa, e me sentei no degrau do hall de entrada para ficar jogando minha bolinha de basebol, já que essa era a única coisa pra fazer, e eu não queria ficar no computador.
Começou a escurecer e eu entrei, vi que Caroline estava lendo ainda, e fui pra cozinha, peguei um salgadinho de queijo e o abri, coloquei um monte na boca, e fui pra sala de cinema, assistir tevê, depois fiquei assistindo Smallvile.
E então ouvi um barulho alto, como se algo tivesse caído, e então um grito agoniado de Carol. Fui correndo ver o que era, e Carol estava deitada no chão esfregando o braço em frente a escada, o livro jogado no terceiro degrau.
— Você tá bem? — eu disse me ajoelhando ao seu lado.
— Tô — ela disse fechando os olhos. — Só meu braço que tá doendo, mas nada sério.
Eu sorri, e peguei no braço que não estava doendo, ajudando-a a levantar. Ela se levantou e agradeceu com um sorriso, retribui o sorriso e peguei o livro pra ela.
— Obrigada, de novo — ela disse e sorriu. — Mas não precisa ser tão gentil comigo, só porque acha que minha opinião sobre você vai mudar.
— Não acho — eu fui sincero. — Mas não consigo parar de ser gentil, não com você, não com ninguém. Ou pelo menos tento ser, sempre que posso.
Ela revirou os olhos e continuou a subir as escadas. Às vezes acho que ela é bipolar, sério.
Subi pro meu quarto e comecei a mexer no MacBook, entrei no Twitter, mexi no twitter de Caroline, e depois comecei a responder e seguir alguns fãs. Fiz umas piadas sem graça, e depois postei "indo assistir Os smurfs", e desci, peguei meu DVD de Os Smurfs e comecei a assistir.
Caroline apareceu se jogando no sofá e disse:
— Eu adoro esse filme, porque não me chamou?
— Você tava no twitter, imaginei que você tinha visto meu tweet — eu me levantei e fui pegar duas cobertas, joguei uma pra Caroline, e uma pra mim.
— É, eu vi.
E então Caroline chegou pulando em mim, e nós dois caímos na piscina.
Comecei a dar risada, e Carol também. Joguei água nela, parecendo uma criança, e ela jogou água em mim também, mergulhei e fui até ela pegando-a pela cintura e fazendo cócegas nela, enquanto ela se contorcia de tanto dar risada.
— Para bebezão — ela disse entre risadas.
Parei de fazer cócegas nela, ainda rindo dela. Quando ela chegou perto de mim, e tentou me afogar, e mesmo que eu tenha ficado pouco tempo embaixo da água voltei arfante pois não tinha parado de rir.
Olhei pra ela, e ela estava com um sorriso brincalhão no rosto.
— A gente tem que parar de ficar nos molhando todos os dias — eu disse e ela deu risada.
— Para de pular comigo na piscina, então.
— Tá.
Eu disse e ela riu, depois saiu da piscina e se sentou na borda, cheguei ao lado dela, e fiz o que ela fez, sentando-me ao seu lado.
Ela revirou os olhos e continuou a subir as escadas. Às vezes acho que ela é bipolar, sério.
Subi pro meu quarto e comecei a mexer no MacBook, entrei no Twitter, mexi no twitter de Caroline, e depois comecei a responder e seguir alguns fãs. Fiz umas piadas sem graça, e depois postei "indo assistir Os smurfs", e desci, peguei meu DVD de Os Smurfs e comecei a assistir.
Caroline apareceu se jogando no sofá e disse:
— Eu adoro esse filme, porque não me chamou?
— Você tava no twitter, imaginei que você tinha visto meu tweet — eu me levantei e fui pegar duas cobertas, joguei uma pra Caroline, e uma pra mim.
— É, eu vi.
— Então...
Ela deu de ombros e se enrolou na coberta, dei play no filme, e começamos a assistir.
O filme acabou e já era de noite, eu fui pra perto da piscina, fiquei olhando a água morrendo de vontade de entrar, mas tô com preguiça de subir as escadas.E então Caroline chegou pulando em mim, e nós dois caímos na piscina.
Comecei a dar risada, e Carol também. Joguei água nela, parecendo uma criança, e ela jogou água em mim também, mergulhei e fui até ela pegando-a pela cintura e fazendo cócegas nela, enquanto ela se contorcia de tanto dar risada.
— Para bebezão — ela disse entre risadas.
Parei de fazer cócegas nela, ainda rindo dela. Quando ela chegou perto de mim, e tentou me afogar, e mesmo que eu tenha ficado pouco tempo embaixo da água voltei arfante pois não tinha parado de rir.
Olhei pra ela, e ela estava com um sorriso brincalhão no rosto.
— A gente tem que parar de ficar nos molhando todos os dias — eu disse e ela deu risada.
— Para de pular comigo na piscina, então.
— Tá.
Eu disse e ela riu, depois saiu da piscina e se sentou na borda, cheguei ao lado dela, e fiz o que ela fez, sentando-me ao seu lado.
Ficamos conversando, até a mãe dela chegar, depois fomos tomar banho, enquanto Jennifer fazia comida, coloquei uma calça de pijama e desci correndo, estava morrendo de fome.
Caroline, estava com o cabelo preso em um rabo de cavalo, um shorts preto e uma regata amarela de pano, e uma pantufa do Patrick, de Bob Esponja. Dei risada quando a vi.
— Justin, você gosta de tacos? — Jennifer perguntou pra mim, mostrando um taco de carne que estava no meu prato.
— Sim, minha comida mexicana favorita — eu disse me sentando e comendo.
O bom de ter Jennifer em casa, era que eu não tinha que comprar comida. É, ninguém mandou ter preguiça de cozinhar.
Depois que terminamos de comer fui pro meu quarto, entrei um pouco no twitter, e fui dormir.
Sonhei que eu estava abraçado com uma fã, e uma garota me olhava com raiva e ciúmes ao mesmo tempo, dei uma risadinha por sobre o ombro da fã, que levantou a cabeça e mostrou um sorriso branco.
E então o cenário mudou, e um garoto apareceu abraçado com Caroline, e depois beijando-a. Olhei-os enquanto o garoto apertava a bunda dela, e nesse instante fiquei com raiva e com outra coisa, ciúmes.
Fui até o garoto, que no instante em que me viu parou de beija-la, e então Caroline desapareceu do meu sonho, olhei em volta procurando-a, mas não consegui acha-la, o garoto tentou dar um soco em minha cara, mas me virei revidando o soco, e conseguindo quebrar um dente dele, e então o garoto chutou minhas bolas, coloquei a mão em minhas partes íntimas como um escudo e caí no chão, me contorci um pouco de dor, mas Caroline se agachou ao meu lado perguntando se eu estava bem, a presença dela me deixou melhor, e então eu acordei com alguém pulando em cima de mim.
— Acorda dorminhoco! — Caroline disse. — Vamos no cinema?
Sorri quando vi o rosto dela, e eu não estava com ciúmes. E só então me dei conta que tudo aquilo foi só um sonho idiota, que nunca iria acontecer.
— Tá, deixa só eu me trocar — eu disse a jogando no outro lado da cama e me levantando.
Peguei uma calça jeans, e uma camisa verde, um supra preto e me enfiei no banheiro, tomei um banho rápido, me troquei e fui até o quarto de Caroline, bati na porta e ela gritou:
— Já vou sair.
Desci as escadas, peguei meu celular e vi que horas eram. 2 p.m. eu já estava dormindo a bastante tempo. Caroline desceu com uma trança de lado no cabelo, um shorts jeans, uma camisa xadrez azul-bebê com as mangas dobradas até o cotovelo, e um All Star de couro branco desceu correndo e mexendo em um iPhone rosa.
Ela estava linda.
Mas isso ela sempre estava.
— Vamos? — ela disse, e saindo de casa, fomos para o meu carro.
Paramos em frente ao cinema, e compramos dois ingressos para Jogos Vorazes, nos sentamos ao lado de umas garotas que quando me viram deram um sorriso enorme, e tiraram fotos com a gente.
O filme começou e Caroline se encostou no meu ombro, mas logo que percebeu o que ela fez, logo se afastou de mim, e começou a assistir o filme. Era engraçado ela tentar me odiar, e falhar a maioria das vezes.
Depois de o filme acabar, compramos sorvetes e fomos para a praia, fiquei com raiva de ter colocado uma calça, mas mesmo assim, tirei os tênis e comecei a andar ao lado de Carol. Estávamos quase chegando em casa quando quatro meninas gritaram:
— Justin Bieber! — e foram correndo até mim, atropelando Caroline que começou a rir.
— Justin, me dá um autógrafo? — perguntou uma garota ruiva e alta, que vasculhou a bolsa a procura de uma caneta, e depois um papelzinho.
Autografei o papelzinho, e depois a blusa dela, o que foi um pouco difícil, depois nos encolhemos numa foto, e depois tirei uma foto com cada uma.
— Justin! Eu também quero um autografo, autografa minha calcinha? — Caroline disse rindo, depois que as meninas saíram de perto de nós.
— Não tem graça.
— Tem sim — ela disse e pulou nas minhas costas.
— Não tem não, elas não...
— Ingênuas. Elas são ingênuas, elas acreditam que você vai se lembrar dela quando se passar quinhentos anos, e você vai esquece-las em minutos.
Ela disse e eu a coloquei no chão, me virando para ela.
— Não me esqueço das minhas fãs, ok? — eu disse.
— Ok — ela disse e se virou, indo em direção a minha casa.
Agarrei o braço dela, e ela se virou com um olhar raivoso.
— Por que me odeia tanto? — perguntei a ela, e ela revirou os olhos.
— Não te odeio, só não gosto de você — ela disse com um sorrisinho. — Agora, dá pra você me largar?
A larguei e subimos para casa.
Carol foi direto pro meu quarto, e abriu um guarda-roupas que tinha apenas skate.
— Isso tudo é seu? — ela perguntou, retirando um de meus favoritos. Assenti, e ela sorriu. — Me ensina a andar?
Eu disse que sim, e então descemos, fomos até uma praça próxima a minha casa e eu estava ensinando-a a andar quando um paparazzi nos fotografou, eu revirei os olhos e Caroline esfregou os olhos.
— Ai — ela disse tampando a cara, por causa de outros flashes que atingiram seus olhos.
Ela se escondeu atrás de mim, e o paparazzi foi embora.
— Você tá bem? — eu disse me virando e rindo.
— Meu olho tá doendo — ela disse e me deu um soco no ombro. — Tem algum palhaço por aqui pra você estar rindo?
— Não, mas tem você — eu disse pegando o skate e voltando com ela pra casa quando começou a escurecer.
oi minhas gostosas! espero que gostem desse capitulo, e dos próximos, haha! beeeeeeijos na bunda docês, e se quiserem me dar opiniões sobre a IB, só comentar ou falar comigo pelo twitter (@vodkabetter), vlw. amores, tem muito pouco comentário, e eu gostaria que tivessem mais, então quem puder comentar... vou postar a próxima só se tiver 5 comentário, ok? Sei que só tô começando, mas é por isso mesmo, se tiver alguém que não gosta do que eu escrevo eu posso melhorar, então obrigada a quem já comenta, e se puderem divulguem aqui também, obrigada *-*
Depois que terminamos de comer fui pro meu quarto, entrei um pouco no twitter, e fui dormir.
Sonhei que eu estava abraçado com uma fã, e uma garota me olhava com raiva e ciúmes ao mesmo tempo, dei uma risadinha por sobre o ombro da fã, que levantou a cabeça e mostrou um sorriso branco.
E então o cenário mudou, e um garoto apareceu abraçado com Caroline, e depois beijando-a. Olhei-os enquanto o garoto apertava a bunda dela, e nesse instante fiquei com raiva e com outra coisa, ciúmes.
Fui até o garoto, que no instante em que me viu parou de beija-la, e então Caroline desapareceu do meu sonho, olhei em volta procurando-a, mas não consegui acha-la, o garoto tentou dar um soco em minha cara, mas me virei revidando o soco, e conseguindo quebrar um dente dele, e então o garoto chutou minhas bolas, coloquei a mão em minhas partes íntimas como um escudo e caí no chão, me contorci um pouco de dor, mas Caroline se agachou ao meu lado perguntando se eu estava bem, a presença dela me deixou melhor, e então eu acordei com alguém pulando em cima de mim.
— Acorda dorminhoco! — Caroline disse. — Vamos no cinema?
Sorri quando vi o rosto dela, e eu não estava com ciúmes. E só então me dei conta que tudo aquilo foi só um sonho idiota, que nunca iria acontecer.
— Tá, deixa só eu me trocar — eu disse a jogando no outro lado da cama e me levantando.
Peguei uma calça jeans, e uma camisa verde, um supra preto e me enfiei no banheiro, tomei um banho rápido, me troquei e fui até o quarto de Caroline, bati na porta e ela gritou:
— Já vou sair.
Desci as escadas, peguei meu celular e vi que horas eram. 2 p.m. eu já estava dormindo a bastante tempo. Caroline desceu com uma trança de lado no cabelo, um shorts jeans, uma camisa xadrez azul-bebê com as mangas dobradas até o cotovelo, e um All Star de couro branco desceu correndo e mexendo em um iPhone rosa.
Ela estava linda.
Mas isso ela sempre estava.
— Vamos? — ela disse, e saindo de casa, fomos para o meu carro.
Paramos em frente ao cinema, e compramos dois ingressos para Jogos Vorazes, nos sentamos ao lado de umas garotas que quando me viram deram um sorriso enorme, e tiraram fotos com a gente.
O filme começou e Caroline se encostou no meu ombro, mas logo que percebeu o que ela fez, logo se afastou de mim, e começou a assistir o filme. Era engraçado ela tentar me odiar, e falhar a maioria das vezes.
Depois de o filme acabar, compramos sorvetes e fomos para a praia, fiquei com raiva de ter colocado uma calça, mas mesmo assim, tirei os tênis e comecei a andar ao lado de Carol. Estávamos quase chegando em casa quando quatro meninas gritaram:
— Justin Bieber! — e foram correndo até mim, atropelando Caroline que começou a rir.
— Justin, me dá um autógrafo? — perguntou uma garota ruiva e alta, que vasculhou a bolsa a procura de uma caneta, e depois um papelzinho.
Autografei o papelzinho, e depois a blusa dela, o que foi um pouco difícil, depois nos encolhemos numa foto, e depois tirei uma foto com cada uma.
— Justin! Eu também quero um autografo, autografa minha calcinha? — Caroline disse rindo, depois que as meninas saíram de perto de nós.
— Não tem graça.
— Tem sim — ela disse e pulou nas minhas costas.
— Não tem não, elas não...
— Ingênuas. Elas são ingênuas, elas acreditam que você vai se lembrar dela quando se passar quinhentos anos, e você vai esquece-las em minutos.
Ela disse e eu a coloquei no chão, me virando para ela.
— Não me esqueço das minhas fãs, ok? — eu disse.
— Ok — ela disse e se virou, indo em direção a minha casa.
Agarrei o braço dela, e ela se virou com um olhar raivoso.
— Por que me odeia tanto? — perguntei a ela, e ela revirou os olhos.
— Não te odeio, só não gosto de você — ela disse com um sorrisinho. — Agora, dá pra você me largar?
A larguei e subimos para casa.
Carol foi direto pro meu quarto, e abriu um guarda-roupas que tinha apenas skate.
— Isso tudo é seu? — ela perguntou, retirando um de meus favoritos. Assenti, e ela sorriu. — Me ensina a andar?
Eu disse que sim, e então descemos, fomos até uma praça próxima a minha casa e eu estava ensinando-a a andar quando um paparazzi nos fotografou, eu revirei os olhos e Caroline esfregou os olhos.
— Ai — ela disse tampando a cara, por causa de outros flashes que atingiram seus olhos.
Ela se escondeu atrás de mim, e o paparazzi foi embora.
— Você tá bem? — eu disse me virando e rindo.
— Meu olho tá doendo — ela disse e me deu um soco no ombro. — Tem algum palhaço por aqui pra você estar rindo?
— Não, mas tem você — eu disse pegando o skate e voltando com ela pra casa quando começou a escurecer.
oi minhas gostosas! espero que gostem desse capitulo, e dos próximos, haha! beeeeeeijos na bunda docês, e se quiserem me dar opiniões sobre a IB, só comentar ou falar comigo pelo twitter (@vodkabetter), vlw. amores, tem muito pouco comentário, e eu gostaria que tivessem mais, então quem puder comentar... vou postar a próxima só se tiver 5 comentário, ok? Sei que só tô começando, mas é por isso mesmo, se tiver alguém que não gosta do que eu escrevo eu posso melhorar, então obrigada a quem já comenta, e se puderem divulguem aqui também, obrigada *-*
Oown miinha maridaaw cê sabe que estou curiosa!!Posta a 4 senaum a bebê akie morre! @Clara_Biebs18th
ResponderExcluirta mtoooo perfeitoooo
ResponderExcluirContinua logo por favor
Aah se vc nuum postar eu voou ti deixar de castiigo, oouviiu??Ruum...
ResponderExcluir